Faltam...

Daisypath Happy Birthday tickers

31 julho 2006

Saudades?

"Passamos pelas coisas sem as ver,
gastos, como animais envelhecidos:
se alguém chama por nós não respondemos,
se alguém nos pede amor não estremecemos,
como frutos de sombra sem sabor,
vamos caindo ao chão, apodrecidos."
Eugenio de Andrade

Será possível termos saudades de quem está mesmo ao nosso lado? Mais ainda! Será possível termos saudades de nós próprios?
Às vezes, olho para mim, para a minha forma de agir, de pensar e tenho saudades de mim. Será que em alguma bifurcação tomei o caminho errado e agora não consigo voltar a mim? Estranho, não é? Pode ser que a vida seja um labirinto e eu volte ao ponto de partida...

21 julho 2006

The fridge is dead, long live the fridge!!

Era uma vez um frigorífico. Ainda pequeno, pois ainda só tinha 3 anos, e fresquinho, como todos os frigoríficos deviam ser. Até que um, talvez com a excitação do Portugal – Angola, deixou de arrefecer.

Chamamos o “médico dos frigoríficos” para ver o que ele tinha. Foi diagnosticada uma “doença” grave, má circulação do sangue (vulgo gás refrigerante) e, por isso, teria que ser internado. Nós acreditamos, uma vez que o “médico” cobrou bastante pela consulta.
O médico disse que teríamos que dar o consentimento ao diagnóstico para a ambulância o vir buscar para ser internado! Oh! Internamento? Isso significava que… oh! Não! Ele não poderia ficar connosco…. Mas o médico insistiu e disse que o frigorífico não poderia ser tratado em casa.
Uma vez que não tínhamos outro remédio, telefonámos para o Hospital e demos a nossa concordância à operação. Disseram-nos que nos telefonariam no dia anterior para combinar a melhor hora da ambulância passar lá por casa, mas que devíamos estar prevenidos para a separação no dia 20 de Junho.

A perda era tão grande! O facto de o frigorífico não ter actividade preocupava-nos muito. Para tentar diminuir este sentimento, pedimos a um primo do frigorífico que viesse para nossa casa. Mas este primo, apesar de ser mais velho que o nosso frigorífico, era um doido. Ou era um gelo total ou então ficava totalmente morno. Pensei que seria por pouco tempo e tentei ignorar as diferenças.

Chegou o dia esperado para o internamento e ainda ninguém nos confirmou nada sobre o internamento. Telefonamos para o hospital onde nos disseram que a ambulância não iria buscar o doentinho porque não tinha registo de concordância para a operação. Ficamos indignados mas nada pudemos fazer. Ao sermos informados que as ambulâncias faziam a recolha por ordem de chegada de pedidos, pedimos para levarem em consideração o facto de eles, no hospital, terem cometido um erro e que o pedido foi feito na semana anterior. Não tivemos tal sorte. A operação foi remarcada para dia 27, uma semana depois.

Oh a ansiedade que isto nos causou. Seria mais uma semana a ver o nosso querido frigorífico a definhar e, ainda por cima, aturar o inconstante primo dele. Não estava a ser nada fácil suportar a situação.

“Finalmente! É hoje!”, pensamos nós quando chegou o dia 27. “Mas, coisa estranha, ninguém nos telefonou ontem, será que se esqueceram? O melhor é telefonar para saber o que se passa.”
Se assim o pensamos, assim o fizemos. Ficamos furiosos – pelo menos eu fiquei – quando nos disseram que a operação do nosso frogorífiquinho teria que ser adiada mais uma vez. Fiquei tão zangada que exigi falar com o director da unidade de gestão das ambulâncias. E tanto reclamamos que o director acedeu a abrir uma excepção e ir buscar o nosso “branquinho” no dia seguinte!

A nossa alegria foi de pouca dura. Telefonaram-nos quinze dias depois a dizer que o frigorífico, o NOSSO FRIGORÍFICO, não tinha sobrevivido!
Oh! A dor! Ele era ainda tão novinho! A frustração! Sabíamos que o seguro dele acabava com o seu segundo aniversário! E agora? Bem, a solução era arranjar um frigorífico que fosse como o falecido. O director-geral do hospital foi simpático e disse-nos que poderíamos ter um passado pouco tempo. Era só escolher um do catálogo e ele, pessoalmente, iria apressar o processo.

E assim foi! Tenho o prazer de vos comunicar que chegou um novo bebé-frigorifico lá a casa. Lindo como o anterior! (E o não menor prazer de vos dizer o que inconstante primo dele saiu de lá de casa.)

Eia! Eia! Eia! Sinto-me novamente (com uma cozinha) completa!

20 julho 2006

Questionnaire II

1. What time did you get up this morning?
7h30 am
2. Diamonds or Pearls?
This isn’t looking promising
3. What was the last film you saw at the cinema?
The Break-up
4. What are your favourite TV shows?
Don’t watch a lot of tv, but I like Desperate Housewives and Alias
5. What did you have for breakfast?
Milk
6. What is your middle name?
It starts with a
7. What is your favourite cuisine?
Portuguese and italian
8. What foods do you dislike?
Shellfish and vegetables
9. Your favourite Potato chip?
Lay’s 0% salt
10. What is your favourite music at the moment?
Hayley Westenra - Pure
11. What kind of car do you drive?
An old one! :)
12. Favourite sandwich?
Me in the middle
13. What characteristics do you despise?
Hum... i won't anwser this one....
14. What are your favourite clothes?
Pyjama
15. If you could go anywhere in the world on vacation, where would you go?
Egypt
16. What colour is your bathroom?
Beije
17. Favourite brand of clothing?
None
18. Where would you want to retire to?
Right here
19. Where were you born?
Porto, can’t you tell by the accent?
20. Favourite sport to watch?
Football
21. Who do you least expect to do this / send it back?
Is someone supposed too?
22. Person you expect to send it back first?
I got this from a blog, not email
23. Coke or Pepsi?
Fanta
24. Are you a morning person or night owl?
i like to sleep.... a lot!
25. Any new and exciting news you'd like to share with everybody?
Nopes... sorry!
26. What did you want to be when you were little?
Rich
27. What is your best childhood memory?
Playing with my brother
28. What are the different jobs you have had or do in your life?
Just one kind: IC
29. Nicknames?
AS, Vickie
30. How many Piercings?
None, yet.
31. Eye Colour?
Brown
32. Ever been to Africa?
Dubai... does it count?
33. Ever been toilet papering?
Lots of times.
34. Been in a car accident?
Hell no!
35. Favourite day of the week?
Friday night
36. Favourite restaurant?
Hmmm, I would have to say Real Indiana
37. Favourite flower?
Daisies
38. Favourite fast food restaurant?
Pizza Hut
39. How many times did you fail your driver's test?
Once
40. Before this one, from whom did you get your last e-mail?
Some lesbian porn place, it wasn’t worth the money LOL... Just Kidding. McBrain
41. Which store would you choose to max out your credit card?
I don't have a credit card
42. Who are you most curious about their responses to this questionnaire?
I don’t know
43. Last person you went to dinner with?
GM
44. What are you listening to right now?
Phone ringing
45. What is your favourite colour?
Right now? Blue
46. How many tattoos do you have?
None, but I have been thinking about getting a hieroglyph on the back of my head.
47. What's your favorite time of the day?
just before dark
48. What are some of your favorite smells?
wet grass, oregano, GM perfume
49. What are some of your favorite sensations?
Relaxing
50. How many people are you sending this to?
Anyone that wants it.


(Thanks, A.E.)

Sou (do) contra

Sou contra o Estado, também às minhas custas, ir buscar esta malta. Ainda mais contra estou com o facto de lhe pagarem o alojamento. Chamem-me egoísta, se quiserem mas eu acho que, se o Médio Oriente, de uma forma geral, é explosivo, as pessoas já sabem o que as espera. Se mesmo assim querem ir, é problema delas! Se eu quiser ir ao Iraque, em missão não oficial, posso ir. Mas, depois, acho que sair de lá também é responsabilidade minha!

Líbano: Seis portugueses já chegaram a Chipre

Seis portugueses vindos de Beirute chegaram hoje à noite ao porto de Larnaca, a bordo da fragata francesa Jean Vienne, devendo deixar Chipre na quinta-feira no C-130 da Força Aérea Portuguesa que se encontra na zona. (...)
A embaixada portuguesa em Chipre providenciou dois apartamentos em Larnaca onde o grupo de portugueses deverá passar a noite, partindo na quinta-feira para o aeroporto de Larnaca para embarcarem no C-130 da Força Aérea Portuguesa que os transportará para Portugal. (...)

in Diário Digital / Lusa

Muito provavelmente, há pormenores que, se eu os soubesse, até mudava de opinião, mas por aquilo que ouço e leio.... Pronto! Hoje estou (do) contra!

19 julho 2006

Dark Waltz

We are the lucky ones
We shine like a thousand suns
When all of the colour runs together

I'll keep you company
In one glorious harmony
Waltzing with destiny forever

Dance me into the night
Underneath the moon shining so bright
Turning me into the light

Time dancers whirling past
I gaze through the looking glass
And feel just beyond my grasp is heaven

Sacred geometry,
Where movement is poetry,
Visions of you and me forever

Dance me into the night
Underneath the moon shining so bright
Turning me into the light

Dance me into the night
Underneath the moon shining so bright
Let the dark waltz begin
Oh let me wheel - let me spin
Let it take me again
Turning me into the light

Hayley Westenra

Tenho esta música em modo de repetição desde o início da tarde.
Obrigada, Barba Ruiva, pela versão em .mp3.
Quem quiser ouvir, pode ir ao site desta menina e procurar a música no album PURE.

Amor é fogo que arde sem se ver... ou não!

Recebi um e-mail muito interessante sobre Camões e resolvi partilha-lo convosco...

O e-mail contava que, num exame de português numa faculdade da Bahia (Brasil), pedia-se para interpretar o seguinte texto:

Amor é fogo que arde sem se ver,
é ferida que dói e não se sente,
é um contentamento descontente,
Dor que desatina sem doer.

Alguém comentou assim:

Ah! Camões, se vivesses hoje em dia,
Tomavas uns antipiréticos,
Uns quantos analgésicos
E Prozac para a depressão.
Compravas um computador,
Consultavas a internet
E descobririas que essas dores que sentias,
Esses calores que te abrasavam,
Essas mudanças de humor repentinas,
Esses desatinos sem nexo,
não eram feridas de amor,
Mas somente falta de sexo!

E a nota dela foi 10!

Agora eu penso comigo, depois de tanto tempo, finalmente alguém descobriu que a única coisa que lhe faltava era um pouco de sexo.... LOL

18 julho 2006

Ainda o Fantasma da Ópera



Algumas imagens do filme, com a música mais romantica... "All I Ask of You"
RAOUL
No more talk of darkness,
Forget these wide-eyed fears.
I'm here,nothing can harm you
my words will warm and calm you.
Let me be your freedom,
let daylight dry your tears.
I'm here, with you, beside you,
to guard you and to guide you . . .
CHRISTINE
Say you love me every waking moment,
turn my head with talk of summertime . . .
Say you need me with you,
now and always . . .
promise me that all you say is true
that's all I ask of you . . .
RAOUL
Let me be your shelter,
let me be your light.
You're safe:
No-one will find you
your fears are far behind you . . .
CHRISTINE
All I want is freedom,
a world with no more night . . .
and you always beside me
to hold me and to hide me . . .
RAOUL
Then say you'll share with me one love, one lifetime . . .
Let me lead you from your solitude . . .
Say you need me with you here, beside you . . .
anywhere you go, let me go too
Christine,
that's all I ask of you . . .
CHRISTINE
Say you'll share with me one love, one lifetime . . .
say the word and I will follow you . . .
BOTH
Share each day with me, each night, each morning . . .
CHRISTINE
Say you love me . . .
RAOUL
You know I do . . .
BOTH
Love me
that's all I ask of you . . .
BOTH
Anywhere you go let me go too . . .
Love me
that's all I ask of you . .

17 julho 2006

Phantom Of The Opera

Night-time sharpens,
heightens each sensation . . .
Darkness stirs and
wakes imagination . . .
Silently the senses
abandon their defences . . .
Slowly, gently
night unfurls its splendour . . .
Grasp it, sense it -
tremulous and tender . . .
Turn your face away
from the garish light of day,
turn your thoughts away
from cold, unfeeling light -
and listen to
the music of the night . . .
Close your eyes
and surrender to your
darkest dreams!
Purge your thoughts
of the life
you knew before!
Close your eyes,
let your spirit
start to soar!
And you'll live
as you've never
lived before . . .
Softly, deftly,
music shall surround you . . .
Feel it, hear it,
closing in around you . . .
Open up your mind,
let your fantasies unwind,
in this darkness which
you know you cannot fight -
the darkness of
the music of the night . . .
Let your mind
start a journey through a
strange new world!
Leave all thoughts
of the world
you knew before!
Let your soul
Take you where you
long to be !
Only then
can you belong
to me . . .
Floating, falling,
sweet intoxication!
Touch me, trust me
savour each sensation!
Let the dream begin,
let your darker side give in
to the power of the music that I write -
the power of the music of the night . . .

Confesso que o filme de Joel Schumacher, me encanta, como diriam os espanhois. Então a música que coloquei acima seduz-me por completo! Por mais que ouça o Fantasma da Ópera não me canso de ouvir os duetos entre Christine e o Fantasma... [por sinal bem mais interessante do que o Raoul :) Mas isto é o meu lado obscuro a falar]
O facto de já ter cantado o Wishing You Were Somehow Here Again, quando ainda era uma menina do coro, faz com que me arrepie ainda mais!

Estou a pensar seriamente em comprar a banda sonora do filme... O prolema reside em como a encontrar! Se alguém souber onde posso encontra-la, p.f., avise-me. :)

Ai este calor...

Sempre gostei do calor, da languidez que ele - o calor - dá.
Parece que todo o corpo abranda, que realmente não precisamos de andar a correr sempre de um lado para outro.
As esplanadas ficam mais convidativas e a relva, pelo menos a que está à sombra, parece chamar o meu nome... Gosto de preguiçar numa cama de rede, a sentir a brisa que o movimento de vai e vem provoca ou, então, de andar descalça, sentir a frescura dos tacos sob os meus pés.
Eu não me importo que o calor permaneça mais uns dias.... (1) Eu gosto destes dias quentes, principalmente quando não estou a trabalhar.

O calor refresca-me a alma!

(1) Com a ressalva que não vai haver mais incêndios por isso. É o único senão.

10 julho 2006

II Salón Internacional Erótico de Lisboa

Pois é, está aí a segunda edição do salão erótico de Lisboa. Espero que este seja melhor do que o primeiro. Não pela qualidade do evento, mas porque me aborrece que Portugal queira mostrar que é um país de mentes abertas (nada de trocadilhos maldosos, por favor!) e acaba por mostrar que é um país sem imaginação, sem erotismo. Por aquilo que me foi mostrado, pouco se aproveitava a não ser quem quisesse comprar "brinquedinhos" ou "massajadores faciais". Poucas tendas e a maioria era para fazer o comércio dos objectos atrás mencionados. Decepciou-me.
Não sei se vou a esta edição mas, quer vá ou não, espero que seja mais parecida com a de Barcelona (ou pelo menos mais parecida do que vinha descrito nos jornais) e menos com as mentalidades falso liberais que organizam estes salões!

O Elogio do Amor

"Eu próprio percebo pouco do que tenho para dizer. Mas tenho de dizê-lo. O que quero é fazer o elogio do amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade. Já ninguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão. Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática. Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria.

(...) Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do "tá bem, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas.

Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo? O amor é uma coisa, a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso "dá lá um jeitinho sentimental".

Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade. Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar. O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto. O amor é uma coisa, a vida é outra. A vida às vezes mata o amor. A "vidinha" é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima. O amor não se percebe. Não é para perceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende. O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser. O amor é uma coisa, a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem. Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz. Não se pode ceder. Não se pode resistir. A vida é uma coisa, o amor é outra. A vida dura a vida inteira, o amor não. Só um mundo de amor pode durar a vida inteira. E valê-la também."

Elogio ao amor (Miguel Esteves Cardoso - Expresso )

08 julho 2006

Exercício Caseiro

Aproveitei o facto de ontem estar em férias e em casa para dar uma limpeza profunda - daquelas que só de fazem anual ou semestalmente - à cozinha. Foi um dia de exercício físico à "karaté kid". Sobe e desce cadeira, esfrega com a mão direita e depois com a esquerda... bem, estão a ver o filme, não estão?
Não contente com o trabalhão que tive ontem, hoje achei por bem repetir a dose, desta vez no escritório. O mal do escritório é que quando decido tirar tudo para limpar todos os cantinhos, decido também mudar a disposição de tudo também. E aí, meus amigos, que confusão!Sobe, desce, desvia, segura, levanta... qual aeróbica, qual quê! O que dá para suar são as limpezas profundas!
O que vale é que tão cedo não me meto noutra. Agora, só lá para o Natal...

Isto tudo para dizer que estou mais morta do que viva. É preciso não se ter juízo para se trabalhar nos dias de folga, não é?

PS - Obrigada, G., pelo lanchinho! :)

01 julho 2006

Ajoelhou....

... teve que rezar! LOL

Esta foto é a confirmação de quando mais alto se é/está, maior é a queda!