Faltam...

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27 abril 2007

Que enredo de telenovela!

O PROFESSOR QUE SÓCRATES NÃO CONHECIA,
NÃO CONHECEU NEM QUER OUVIR FALAR, A BEM DA NAÇÃO!

O nome é ANTÓNIO JOSÉ MORAIS e é um ENGENHEIRO A SÉRIO, DAQUELES RECONHECIDOS PELA ORDEM.

O António José Morais é primo em primeiro grau da Dr.ª Edite Estrela. É um transmontano tal como a prima que também é uma grande amiga do Eng. Sócrates. Também é amigo de outro transmontano, também licenciado pela INDEPENDENTE o DR. Armando Vara, antigo caixa da Caixa Geral de Depósitos e actualmente Administrador da Caixa Geral de Depósitos, grande amigo do Eng. Sócrates e da Dr.ª Edite Estrela.

O Eng. Morais trabalhou no prestigiado LNEC (Laboratório Nacional de Engenharia Civil), só que devido ao seu elevado empreendedorismo canalizava trabalhos destinados ao LNEC, para uma empresa em que era parte interessada. Um dia foi convidado a sair pela infeliz conduta.
Trabalhou para outras empresas entre as quais a HIDROPROJECTO e pelas mesmas razões foi convidado a sair.

Nesta sua fase de consultor de reconhecido mérito trabalhou para a Câmara da Covilhã aonde vendeu serviços requisitados pelo técnico Eng. Sócrates. Daí nasce uma amizade.
É desta amizade entre o Eng da Covilhã e o Eng. Consultor que se dá a apresentação do Eng. Sócrates à Dr.ª Edite Estrela, proeminente deputada e dirigente do Partido Socialista.
E assim começa a fulgurante ascensão do Eng. Sócrates no Partido Socialista de Lisboa apadrinhada pela famosa Dr.ª Edite Estrela, ainda hoje um vulto extremamente influente no núcleo duro do líder socialista.

À ambição legítima do político Sócrates era importante acrescentar a licenciatura.
Assim o Eng. Morais, já professor do prestigiado ISEL (Instituto Superior de Engenharia de Lisboa) passa a contar naquela Universidade com um prestigiado aluno – José Sócrates Pinto de Sousa, bacharel.
O Eng. Morais demasiado envolvido noutros projectos faltava amiúde vezes ás aulas e naturalmente foi convidado a sair daquela docência.

Homem de grande espírito de iniciativa, rapidamente colocou – se na Universidade Independente.
Aí, o seu amigo bacharel José Sócrates, imensamente absorvido na politica e na governação seguiu – o "porque era a escola, mais perto do ISEL que encontrou".

E assim se licenciou, tendo como professor da maioria das cadeiras (logo quatro) o desconhecido mas exigente Eng. Morais. E ultrapassando todas as dificuldades, conseguindo ser ao mesmo tempo Secretário de Estado e trabalhador estudante licencia – se, e passa a ser Engenheiro, á revelia da maçadora Ordem dos Engenheiros, que segundo consta é quem diz quem é Engenheiro ou não, sobrepondo – se completamento ao Ministério que tutela o ensino superior.
(Essa também não é muito clara; se é a Ordem que determina quem tem aptidão para ser Engenheiro devia ser a Ordem a aprovar os Cursos de Engenharia.)•


Eis que licenciado o governante há que retribuir o esforço do HIPER MEGA PROFESSOR, que com o sacrifício do seu próprio descanso deve ter dado aulas e orientado o aluno a horas fora de normal, já que a ocupação de Secretário de Estado é normalmente absorvente.

E ASSIM FOI:
O amigo Vara, também secretário da Administração Interna coloca o Eng. Morais como Director Geral no GEPI, um organismo daquele Ministério.
O Eng. Morais, um homem cheio de iniciativa, teve que ser demitido devido a adjudicações de obras não muito consonantes com a lei e outras trapalhadas na Fundação de Prevenção e Segurança fundada pelo Secretário de Estado Vara.
Já muito conhecida, mas os "mamões" descobrem sempre onde mamar.


(Lembram - se que foi por causa dessa famigerada Fundação que o Eng. Guterres foi obrigado a demitir o já ministro Vara (pressões do Presidente Sampaio, o que levou ao corte de relações do DR. Vara com o DR. Sampaio? Consta – se até que o DR. Vara nutre pelo ex Presidente um ódio de estimação.)

O Eng. Guterres farto que estava do Partido Socialista (porque é um homem de bem, acima de qualquer suspeita, integro e patriota) aproveita a derrota nas autárquicas e dá uma bofetada de luva branca no Partido Socialista e manda – os todos para o desemprego.

Segue – se o DR. Durão Barroso e o DR. Santana Lopes que não se distinguem em praticamente nada de positivo e assim volta o Partido Socialista comandado pelo Eng. Sócrates E GANHA AS ELEIÇÕES COM MAIORIA ABSOLUTA.


Eis que, amigo do seu amigo é, e vamos dar mais uma oportunidade ao Morais, que o tipo não é para brincadeiras. E o Eng. Morais é nomeado Presidente do Instituto de Gestão Financeira do Ministério da Justiça.
O Eng. Morais homem sensível e de coração grande, tomba de amores por uma cidadã brasileira que era empregada num restaurante no Centro Comercial Colombo.
Esta já era conhecida há mais de um ano.
E como a paixão obnubila a mente e trai a razão nomeia a "brasuca " Directora de Logística dum organismo por ele tutelado a ganhar 1600 € por mês. Claro que ia dar chatice, porque as habilitações literárias (outra vez as malfadadas habilitações) da pequena começaram a ser questionadas pelo pessoal que por lá circulava. Daí a ser publicado no " 24 HORAS" foi um ápice. E ASSIM lá foi o apaixonado Eng. Morais despedido outra vez.



Só tenho pena que esta telenovela se baseie em factos BEM REAIS!

26 abril 2007

Vivo ou Morto

Diz-se que, quando uma pessoa morre, não morre realmente, vive até, enquanto alguém recordar os momentos que passou com essa pessoa.
Será que, se ninguém recordar os momentos que passou connosco, estamos mortos?

22 abril 2007

Lindo menino

"O meu respeito pelas mulheres aumentou muito após a experiência que tive no filme "300", quando me depilaram com cera quente" - Rodrigo Santoro

20 abril 2007

Pequena história

Levantou-se e permaneceu sentado, fechou o livro e continuou a leitura. Desde que se levantara da cama, manhã cedo, tudo lhe saíra ao contrário, sem que conseguisse, no final do dia, encontrar uma única explicação para tudo o que acontecera. Levantou-se e de novo permaneceu sentado, voltou a fechar o livro e leu-o até ao fim. Durante algum tempo pensou em tudo o que fizera nos últimos anos, a vida tinha-lhe corrido bem, a sorte nunca lhe tinha faltado, a sublinhar, é certo, opções correctas. Levantou-se e mais uma vez permaneceu sentado, fechou o livro e foi deitar-se, convencido de que amanhã seria outro dia e talvez tudo voltasse ao normal, afinal só a morte não tinha remédio. Nada disso, nada mas mesmo nada disso, adormeceu e nunca mais acordou, saiu-lhe tudo ao contrário, menos a morte, que é astuta e maliciosa e não gosta de contradições.
em "Mil e Uma Pequenas Histórias"

18 abril 2007

Novas Oportunidades

Achei o máximo...

Contorcionismo

"Apesar de ter as mãos atadas, dei o braço a torcer, e fiz tudo com uma perna às costas."

em Ironia do Destino

Água e Azeite

Nunca sentiram que são azeite num mundo cheio de água? Por mais que tentem, não se conseguem misturar? Afinal, poder-se-á misturar água e azeite? Acabar com a identidade e individualidade de cada um? E, a ser possível, por que queremos fazê-lo?

A conclusão a que cheguei foi que água e azeite não se misturam, mas podem estar no mesmo recipiente. E o resultado pode ser muito mais interessante do que água com água e azeite com azeite! :)

11 abril 2007

Novos hábitos...

Memories consume
Like opening the wound
I’m picking me apart again
You all assume
I’m safe here in my room
(unless I try to start again)

I don’t want to be the one
The battles always choose
‘Cause inside I realize
That I’m the one confused

I don’t know what’s worth fighting for
Or why I have to scream
I don’t know why I instigate
And say what I don’t mean
I don’t know how I got this way
I know it’s not alright
So I’m
Breaking the habit
Tonight

Clutching my cure
I tightly lock the door
I try to catch my breath again
I hurt much more
Than anytime before
I had no options left again

I’ll paint it on the walls
‘Cause I’m the one at fault
I’ll never fight again
And this is how it ends

I don’t know what’s worth fighting for
Or why I have to scream
But now I have some clarity
To show you what I mean
I don’t know how I got this
I’ll never be alright
So I’m
Breaking the habit
Breaking the habit
Tonight

Linkin Park - Breaking The Habit

08 abril 2007

Boa, eu?

"Considero-me uma boa pessoa. Quero que toda a minha família, todos os os meus amigos, colegas, conhecidos e até desconhecidos sejam felizes com as suas opções de vida. Mas - há sempre um "mas" - quando se trata de um "ex" da minha vida um pequeno bocadinho de mim deseja secretamente que não possa ser tão feliz com outra pessoa como foi comigo. Apenas porque tenho medo de ser esquecida no meio das outras recordações escondidas num local escurinho e esquecido. Se calhar, lembrei-me agora, não sou tão boa como pensava quando comecei a escrever esta folha da agenda..."

em Pensamentos de uma mente diferente

05 abril 2007

Sempre diferentes

Antes de serem obrigatórios, quando havia um acidente ninguém usava coletes reflectores excepto os srs. polícias.
Agora que é obrigatório e toda a gente usa os ditos coletes... já vi três acidentes em que os polícias se distinguem por não usar nada (vestido) que seja flurorescente.
Será que gostam mesmo é de ser diferentes?