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15 novembro 2012

Quando sopra o vento norte

Acabei de ler o "Quando sopra o vento norte" de Daniel Glattauer. Demorei menos de 24 horas. Não é uma proeza muito grande pois o livro não tem assiiiiiim tão texto. Mas não deixa de ser verdade que, não sendo uma obra-prima, não consegui deixa-lo de lado muito tempo.
Eis o resumo:
"Tudo começa por acaso: Leo recebe por engano alguns e-mails de uma desconhecida chamada Emmi. Educadamente, responde-lhe e Emmi retribui.
Esta troca de e-mails desperta uma curiosidade intensa entre os dois e, quase de imediato, Emmi e Leo  começam a partilhar confidências e desejos íntimos.
A tensão entre ambos aumenta, e o encontro parece iminente. Mas Emmi e Leo adiam o momento. Porque, afinal de contas, Emmi é casada e feliz.
Serão os sentimentos que nutrem um pelo outro suficientemente profundos para sobreviver a um encontro real? E, depois desse momento, o que os espera?
"

Gostei da troca de mensagens, das dúvidas, dos pensamentos, do imaginar "como será que és?". O desenrolar do seu envolvimento virtual não é forçado, mas com todos os percalços e mal entendidos que podem suceder das interpretações que se dá ao que se escreve e ao que se lê.
Gostei e vou querer ler a continuação.

Sinto muito

Hoje, num hipermercado, vi em destaque, o novo livro do conhecido médico de Neurologia Pediátrica Nuno Lobo Antunes, intitulado "Sinto muito".
A verdade é que eu espero, embora duvide, que ele sinta realmente muito. Nunca conheci um profissional de saúde mais arrogante, frio e desprovido de simpatica como reputado sr. doutor.
A minha mãe ensinou-me que muitas vezes as pessoas "ganham fama, deitam-se na cama". Um médico de excelência, para mim, não é apenas alguém que tem excelentes competências e conhecimentos, tem que ser também um bom ser humano. O que nao é o caso.
Haverá muita gente que me dirá que ele é o melhor do mundo. Não me interessa. A minha opinião é esta.

13 novembro 2012

Mulher descobre que o marido era de facto o seu pai

Em termos familiares, a vida de Valerie Spruill tem sido cheia de surpresas. A primeira foi aos nove anos, quando esta residente de Akron, no Ohio, foi informada de que a mãe e o pai eram na realidade seus avós. A verdadeira mãe, que a abandonara com três meses, era uma senhora simpática que às vezes visitava a casa.
    Para trauma já seria muito. Mas faltava o resto. Passados uns anos, Valerie soube que a sua mãe era prostituta, e adquirira alguma notoriedade ao testemunhar num famoso julgamento envolvendo um juiz corrupto.
    Era demais. Talvez para ter estabilidade, Valerie arranjou o emprego mais estável que se podia imaginar: contabilista numa instituição oficial. Fez a sua carreira, casou e teve três filhos, divorciou-se. Depois conheceu outro homem, um tal Percy, e casou com ele. Conta que tiveram uma boa vida até ele morrer, com sessenta anos, em 1998.
    Então veio outra surpresa: o homem era o seu pai.

Noticia do Expresso

05 novembro 2012

A última tentação de Cristo

A minha maior dor e a origem de todas as minhas alegrias e tristezas tem sido, desde a minha juventude, a incessante e implacável luta entre o espírito e a carne.

Existem, dentro de mim, as secretas e imemoriais forças do Demónio, humano e pré-humano; também moram dentro de mim, as forças humanas e pré-humanas, de Deus - e a minha alma é a arena onde se encontraram e combateram estes dois exércitos.


 “A Última Tentação de Cristo” de Nikos Kazantzakis