Faltam...

Daisypath Happy Birthday tickers

24 julho 2009

Boas Férias!



Let me take you far away
You'd like a holiday
Let me take you far away
You'd like a holiday

Exchange the cold days for the sun
A good time and fun
Let me take you far away
You'd like a holiday

Let me take you far away
You'd like a holiday
Let me take you far away
You'd like a holiday

Exchange your troubles for some love
Wherever you are
Let me take you far away
You'd like a holiday

Longing for the sun you will come
To the island without name
Longing for the sun be welcome
On the island many miles away from home
Be welcome on the island without name
Longing for the sun you will come
To the island many miles away from home


Holidays - Scorpions

23 julho 2009

Renovações e reparações

Ontem fiz - finalmente - algumas renovações e reparações no visual. Estava a precisar.
Não haja dúvida, aqueles momentos passados no cabeleireiro, a cuidar do cabelo, das unhas, dos pêlos supérfluos fazem bem ao corpo e principalmente à alma. Depois de ano duro e complicado como foi a "época" 2008/2009, sabe bem termos tempo para nós, para nos mimarmos, para nos acharmos (um pouco) atraentes.


(Ontem soube também que as amigas D. e S. estão doentes. Para elas um beijinho de melhoras)

22 julho 2009

S ou S?


Ontem fui ao El Corte Inglés comprar umas sandálias para o A. Mesmo em frente a nós estavam as roupas de marca, tipo Burberry, Tommy Hilfiger e Gant, entre outras. Por curiosidade, fui ver um casaquinho de malha. Achei-o muito giro mas quando olhei para a etiqueta fiquei boquiaberta com o preço.
Eu sei que são grandes marcas mas tendo em conta que o alvo só veste aquele casaco durante uns 3,4 meses...
Nunca consegui gastar tanto dinheiro para ele, e mesmo para mim custa-me dar muito dinheiro por uma peça de roupa ou acessório. Sei que se calhar até devia, Às vezes faz toda a diferença e se calhar, até compensa, mas confesso que não consigo.

Sovina ou Sensata?

19 julho 2009

Harry Potter e o Príncipe Misterioso


Na passada sexta-feira fui ver Harry Potter e o Príncipe Misterioso (no original Harry Potter and the Half Blooded Prince - ai estas traduções!) na excelente companhia de uma amiga.
Gostei imenso do filme, no entanto, houve duas coisas que me chocaram:
- Pela primeira vez não me lembrava de nada do enredo do filme tendo já lido o livro (Harry Potter ou não)
- Os putos estão tão crescidos... eu estou mesmo mesmo a ficar velha.

Agora é esperar por 2010 para a primeira parte do "Harry Potter e os Talismãs da Morte" e por 2011 (!!!!) para o último dos filmes...

Amiga A., para quando a próxima sessão de cinema? :)

15 julho 2009

Bola de Neve

Na minha "ronda diária" li os desabafos de uma amiga (e de outros blogs por ela sugeridos) em que diz que se sente péssima porque não sabe o que fazer quando o filho faz birra. Apesar de não ter piada não pude evitar rir. Eis o porquê:

Quando o A. nasceu fiquei delirantemente feliz. Não obstante, quando fiquei sozinha com ele, mal o G. chegava a casa logo lhe dizia "Pega nele que eu não aguento mais". E ficava com um terrível sentimento de culpa. Todas as mães que conhecia me tinham dito como a maternidade era maravilhosa, como era uma experiência fantástica e uma viagem inesquecível e ali estava eu, com um anjinho de semanas e já não aguentava mais. Que raio de mãe era eu afinal?
"Salvaram-me" desta angustia as visitas das e às "mamãs GG" (entre as quais a minha amiga que originou este post) , em que se criou uma amizade e mais do que isso, deram-me a oportunidade de ver que não era só eu que estava a trepar paredes por passar os dias em casa à volta do A. Fez-me ver que as mães que eu conhecia se tinham esquecido de falar das partes negativas, se calhar com excelentes intenções e para não me assustar. Mas para não me assustarem, fizeram-me sentir uma nódoa como mãe.

Creio que a maternidade é mesmo assim, desde que nascem, até mesmo antes. Dão-nos alegrias e angustias, carinhos e dúvidas, grandes sorrisos e fazem-nos perder a paciência. Creio que como filha ainda faço isso à minha mãe. É natural - e espero sinceramente que sim - que o meu filho me faça o mesmo durante muitos anos. É a lei da vida. O que é importante é percebermos isso mesmo: é natural e todas as mães passam pelo mesmo, só que umas conseguem esconder melhor do que outras.

Há tantas coisas em que eu pergunto se estou a ser uma boa mãe, se não há coisas que eu poderia ter feito/dito de forma diferente. Mas sei que faço o melhor que posso e rezo para que isso seja o suficiente para que ele se torne naquilo que sonho para ele. Acredito que o importante é que eles cresçam a gostar de nos chamar "Mãe", mesmo depois de uma discussão e nos façam sorrir só com um sorriso deles, é transmitir-lhes os limites do sim e do não e o respeito que nos merecem os outros e a Natureza, a importância do amor e da amizade. Tudo o resto faz parte do crescer como ser humano e como mãe.

E assim a bola de neve das mensagens dá mais uma volta....

14 julho 2009

Visitas

Hoje tive uma visita muito agradável.
Confesso que tinha medo do iria sentir quando a visse, pois ela tem algo que eu perdi... Mas não tive nada de sentimentos negativos, gostei imenso de a ver e de conversar com ela. Ainda bem, não ia querer que algo alterasse a nossa boa relação, mesmo que por um dia.
Correu tão bem que já temos duas coisas planeadas para esta semana!

Parabéns A. estás linda! :)

13 julho 2009

Prisão


Sinto-me prisioneira em minha casa, prisioneira de mim mesma.
Quero sair, libertar-me destas correntes que me prendem a lugares escuros da minha mente, quero voltar a viajar em locais mais risonhos, mais confortáveis, acima de tudo locais que me fazem bem.
Só tenho que encontrar as ferramentas para partir a corrente, porque o cadeado que me prende já não tem fechadura...
Estarei a fazer sentido? Não me parece, mas escrevo o que vou pensando, sem me preocupar com o sentido que faz para quem lê, pelo que peço desculpa. Mas como não há muita gente a ler, também não tenho muitas desculpas a pedir.
De qualquer forma aqui fica a letra dos Xutos & Pontapés, Prisão em Si, de que eu me lembrei enquanto escrevi este "download mental":

E numa prisão em si
Não saindo do que é seu
Foi esquecido
Adormeceu

À procura do amanhã
Andam homens inseguros
Erguem escadas
Partem muros

A nós os montes imundos
Dêem-nos os vales profundos
Sítios onde vê
Impossível ir
Ergam escadas
Partam Muros

11 julho 2009

Decididamente 2009 não é o meu ano

Tive a confirmação oficial que 2009 não é o meu ano no dia 2 de Julho.

Depois de duas amigdalites pultáceas no espaço de dois meses (argh!), agora estive bem pior, ainda a recuperar física e mentalmente.

(Peço desculpa a quem não sabe a que me refiro mas não quero mesmo falar no assunto assim tão directamente.)

Quando parece que as coisas estão a entrar nos eixos, pimba!, algo me acontece. Sinto-me derrotada. Parece que o destino está entretido em puxar-me o tapete debaixo dos meus pés. E tal como acontece na realidade, se cais muitas vezes começa a custar a levantar novamente.

Tenho tido imenso apoio - obrigada a todos - mas tenho que ser eu a levantar-me. E neste momento dói-me tudo deste último "tombo". Tenho que deixar cicatrizar bem antes de me atrever a levantar.

Só espero que da próxima vez o destino deixe ficar o tapete debaixo dos meus pés. Se possível um tapete voador...

01 julho 2009

Surpresas desagradáveis

Não sei se já alguma vez escrevi sobre este tema aqui no Franquia, mas de qualquer forma hoje parece-me muito relevante (voltar a) menciona-lo.

De uma forma geral, confio nas pessoas. A minha primeira impressão é quase sempre favorável e, não tendo motivos para desconfiar, confio.

Hoje fiquei a saber de uns "zunzuns" pouco simpáticos que foram ditos nas minhas costas por alguém em quem confiava. Não era minha amiga, mas também nunca pensei que me quisesse mal. Não foram os "zunzuns" que me chocaram. Quero dizer, fiquei chocada com o que foi dito, mas principalmente porque nunca pensei que tais comentários viessem daquela pessoa.

Mais uma vez o conselho que eu teimosa e estupidamente não sigo: "não confies em ninguém".

Chorei quando soube. Chorei pelo que soube. Mas devia ter chorado por não saber aprender a lição. Devia ter chorado porque sei que da próxima vez vou fazer tudo igual e quando me vierem avisar vou chorar novamente pelo que me contarem.