Faltam...

Daisypath Happy Birthday tickers

19 agosto 2010

Se é rapariga deve vestir de azul

Li numa (antiga, n.º 301) revista Sábado que antigamente as meninas vestiam-se de azul porque era mais suave e os rapazes cor de rosa, pois esta é uma cor mais decidida e forte. Isto até a década de 30 do século passado.
Pelos vistos a inversão ocorreu durante a Segunda Grande Guerra, com Hitler a ordenar que os homossexuais usassem um triângulo cor-de-rosa.

Estou a imaginar a reacção do G. (e de muitas outras pessoas) se eu vestisse o A. de cor-de-rosa.... ia ser giro, ia!

14 agosto 2010

Maria Clara


E a Maria Clara já nasceu! Estamos muito felizes por tudo ter corrido bem. Parabéns aos papás babados e, claro, ao P. que ganhou uma irmãzinha! :)

02 agosto 2010

Sedução

"Dão por nomes como Uma Aposta Perversa, A Cama da Paixão, O Príncipe Corvo, Casamento de Conveniência, Lições de Sedução. Passam ao lado das criticas literárias mas vendem como pãezinhos quentes - as editoras que o digam, que não se cansam de fazer novas edições destes best-sellers mistura de romance de cordel com ficção histórica, de conto de fadas com realismo dramático, de Jane Austen com Michael Crichton.
O "argumento" não difere muito: situando-se algures em Inglaterra do século XIX e a trama gira em volta de um lorde libertino e encantador; ou então com reputação de mau feitio e impossível de conquistar, e de uma mulher, nobre ou não, "encarregue" de fazer o belo aristocrata cair perdido de amor nos seus braços ingénuos e bem intencionados.
Mas o denominador comum mais curiosos nestes romances que rapidamente desaparecem dos escaparates está nos "manuais" de sedução utilizados pelos protagonistas para a conquista do outro - que nos lembram i que esquecemos na sociedade frenética em que vivemos, e que é sobretudo tempo para conhecer o outro, para explorar o outro, para o encantar, para o prender, para o saborear. É a arte praticada com mestria pelas grandes cortesãs que com estes livros procuramos avidamente perceber que não soçobrarmos nesta vida fast food em que a sedução só nos chega pela publicidade."

Sofia Barrocas - Notícias Magazine - 01 Agosto 2010

Faço minhas as palavras desta senhora. Não são grandes romances, daqueles que se lêem, se adoram e se voltam a ler vezes sem conta sem nunca perderem o brilho. Mas lêem-se bem e a mim fazem-me sonhar com o tempo em que a sedução era uma arte e as coisas não eram tão óbvias como são hoje em dia, em que a linguagem era cuidada e as palavras tinham um duplo sentido que nada tem a ver com a "linguagem traiçoeira" de hoje em dia. Dos livros citados, já li "
A Cama da Paixão" e "Casamento de Conveniência" e confesso que gostei. As pessoas a quem os emprestei gostaram também...