Páginas

Faltam...

Daisypath Happy Birthday tickers

10 maio 2006

Tradução literal

Fui ao Babelfish fazer uns testes de inglês, só para ver até que ponto se podia confiar nas traduções automáticas.

Escrevi "trabalho" e ele - o site - devolveu "Work". Muito bem, pensei.

Escrevi novamente. Desta vez perguntei "vais quando?" e desta vez as coisas não correram tão bem: "you go when?".

Hum... e se eu tentar algo mais complexo? Tentei assustá-lo e escrevi "vou-me embora" ao que me respondeu "I go myself even so".

Já zangada escrevi "vai-te lixar!". O Babelfish não se ficou por meias medidas e respondeu-me " it goes to sandpaper you!"


LOL LOL LOL

07 maio 2006

03 maio 2006

A vida não está difícil para todos...

AR já gastou 948 mil euros em ajudas de custo
A Assembleia da República já gastou, só no primeiro trimestre de 2006, cerca de 38% do orçamento de 2,5 milhões de euros destinados às ajudas de custo aos deputados.

A notícia surge na edição desta quarta-feira do jornal Correio da Manhã, que refere ainda que, deste momento, mais de 948 mil euros foram gastos, entre Janeiro e Março, no pagamento das presenças dos deputados em reuniões plenárias e comissões parlamentares, e na deslocação de deputados residentes em círculos diferentes diferentes daqueles pelos quais foram eleitos.

Segundo o CM, os deputados residentes fora dos concelhos de Lisboa, Oeiras, Cascais, Loures, Sintra, Vila Franca de Xira, Almada, Seixal, Barreiro e Amadora têm direito a 64,89 Euros de cada vez que marcam presença numa reunião plenária ou comissão parlamentar, enquanto os parlamentares residentes nos concelhos acima referidos têm direito a apenas um terço desse valor, ou seja, 21,63 €.

Por outro lado, os deputados eleitos por um círculo diferente daquele onde está fixada a sua residência beneficiam de ajudas de custo até dois dias por semana (129,78 €), bastando, para tal, que preencham uma declaração e a entreguem nos serviços da Assembleia da República.


(in Diário Digital)

02 maio 2006

Only The Good Die Young

Come out Virginia, don't let me wait
You Catholic girls start much too late
Ah but sooner or later it comes down to fate
I might as well, will be the one

Well they showed you a statue and told you to pray
They built you a temple and locked you away
Ah but they never told you the price that you pay
For things that you might have done

Only the good die young
That's what I said
Only the good die young
Only the good die young

You might have heard I run with a dangerous crowd
We ain't too pretty, we ain't too proud
We might be laughing a bit too loud
Ah but that never hurt noone

So come on Virginia show me a sign
Send up a signal I'll throw you a line
That stained glass curtain you're hiding behind
Never lets in the sun

Darlin only the good die young
I tell you only the good die young
Only the good die young

You get a nice white dress
And a party on your confirmation
You've got a brand new soul
Mm and a cross of gold
But Virginia they didn't give you
Quite enough information
You didn't count on me
When you were counting on your rosary
And they say there's a heaven for those who will wait
Some say it's better but I say it ain't

I'd rather laugh with the sinners
Than cry with the saints
The sinners are much more fun

You know that only the good die young
I tell you only the good die young
Only the good die young

You said your mother told you
All I could give you was a reputation
Ah she never cared for me
But did she ever say a prayer for me?

Come out, come out, come out Virginia
Don't let me wait
You Catholic girls start much too late
Sooner or later it comes down to fate
I might as well, will be the one
You know that only the good die young
Tell you baby
You know that only the good die young

(Billy Joel)

28 abril 2006

Mudanças e Melhorias

Decidi que o Franquia não estava bem ao meu gosto e tentei melhora-lo um bocadinho. Pequenos pormenores, nada de radical.

A apresentação do blog foi, talvez, o que mais "sofreu". Coloco aqui a frase antiga em homenagem ao Gimli que, de nós os dois, era o único que dela gostava. Segundo ele, era uma verdade universal. Assim, para mais tarde recordar, aqui está ela:

"Como a maioria dos criadores de blogs, espero que o meu seja diferente dos outros, mas não contem muito com isso! :)".





["A spoof is a humorous take on an established idea, cultural movement, television program, movie, play, or book. Spoofs almost always make satirical humour of the movie or play, poking fun at various aspects while retaining the general plot or idea. They are a form of parody." in wikipedia"]

27 abril 2006

TicTac!

Tictac! Tictac! O relógio não pára e os ponteiros estão sempre a rodar. Creio que a falta de tempo é a base de muitos dos nossos problemas. Anda toda a gente numa correria, sempre com imensas coisas para fazer e a “deitar os bofes pela boca”. O emprego, o trânsito e tantas outras coisas tiram-nos o tempo para nos dedicarmos a nós, à família e aos amigos. Quantas e quantas coisas nós deixámos de fazer por nós por que não temos tempo? E isso deixa-nos stressados. E quando estamos stressados, discutimos mais. E se discutimos ficamos infelizes… Onde raio pára o tempo de qualidade que cada um de nós merece? Cheguei à brilhante ( !) conclusão de que ou organizamos o tempo ou somos (des)organizados por ele.

“O tempo é aquilo que nos foge. Quanto mais cheia está a vida de obrigações, responsabilidades, compromissos, afazeres, tarefas e hábitos, mais depressa parece que nos escorre por entre os dedos. Quem nunca experimentou a sensação de passar alguns meses em intensa actividade, em que os dias parecem preenchidos de manhã à noite, mas que depois, olhados à distância, ficou a sensação de que o tempo se comprimiu em algumas semanas ou dias e ficamos sem saber para onde foi todo esse esforço e toda essa agitação. Cada vez mais os dias parecem comprimir-se na memória como num cenário bidimensional onde aparece aqui e ali uma imagem do que ficou feito, mas sem densidade nem substância. Sem a qualidade que, por vezes, esse tempo passado em lazer, mesmo sem fazer nada, durante umas férias, por exemplo, parece ter. Então, quando temos tempo para parar, faz-se normalmente a queixa frequente: ‘até parece que ainda ontem era criança ou adolescente e tinha tempo para tudo’. Houve um tempo de qualidade nas nossas vidas que custa manter e recuperar nos tempos que correm.” (Simplifique a sua Vida - Elaine St. James)

Todas as relações – família, amigos ou colegas – dependem do investimento afectivo contínuo que estamos dispostos a dar. Todos nós temos necessidades que precisam de ser preenchidas através do tempo dos outros, precisamos que “estejam lá” quando é preciso – sempre que é preciso – e não apenas quando é possível. Claro que esse investimento, este “estar lá” é tão mais necessário quanto mais profunda for a relação. Mas o ponto fulcral é que para “estar lá” é preciso ter tempo para eu dar aos outros e para os outros me poderem dar a mim. Se eu não tenho tempo, não posso “estar lá” quando sou necessária, mas também não posso ser “encontrada” quando preciso que “estejam cá” para mim.

Por esse motivo, ultimamente estou a tentar utilizar a agenda não só para me relembrar de aniversários e anotar pensamentos, despesas e resultados do futebol, mas também para conseguir organizar o meu tempo, para me ajudar a colocar as minhas prioridades em ordem. Tenho a esperança que, se conseguir organizar o meu tempo, este vai ser de qualidade. Para mim e para os que me rodeiam.

25 abril 2006

Eia! Eia! Eia!

Já tenho o Corpse Bride - A Noiva Cadáver em DVD!

Eia! Eia! Eia!

(Era só isto que eu tinha para escrever! :))

24 abril 2006

Um Pouco Mais de Azul

A cidade acordou com olheiras
Por ter folgado até às tantas
E as varandas da Ribeira
Ainda estavam azuis e brancas
Lá em baixo até o rio tinha
Um tom menos barrento
Mas bem na alma era dragão Douro
Portista a cem por cento
E tu agora que chegaste
Vindo de longe vindo de fora
Que festa é esta perguntaste
Qual é o santo que reina a esta hora
É só um pouco mais de azul
É só um pouco de euforia
É só um pouco mais de azul
Porque amanhã é outro dia
Que dia que dia
E é preciso começar de novo
Há muito quem beba do fino
E coma em pratos de marfim
A gente primeiro come a relva
E faz a festa no fim
E vai trabalhar sem dormir
Como se nada fosse
E até a segunda-feira
Tem um sabor agridoce


Carlos Tê


(Obrigada, Gimli...)

23 abril 2006

21 abril 2006

Rosas sem raiz

Ninguém me deixe sozinha
Velem todos ao meu lado
Digam que nada foi meu
Foi tudo emprestado...

Abram bem fundo o minha cova
Quero ser bem enterrada
Sentir fundo um sonho fundo
No profundo do meu nada!

Deixem-me, deixando em paz
Os dedos que escreveram
Morrendo pelo papel
Agora mortos enfim!

Eram círios de mãos postas
Rezem flores na minha campa
Pelas rosas sem raiz
E nunca chorem por mim!


(1993)