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10 dezembro 2013

Moda

Li hoje no "Notícias ao Minuto" que, e estou a citar, "Os tempos actuais ditam, muitas vezes, que a moda seja casual e prática. Mas recuperar o estilo glamoroso de outros tempos é possível. Veja a selecção de 10 peças vintage que, segundo o Huffington Post, merecem voltar."

Não posso concordar mais. Adoro os chapéus, as luvas, os vestidos dos anos 50 e 60.

06 dezembro 2013

01 outubro 2013

Será que ele próprio acredita mesmo no que diz?

"Mulheres que conduzem geram crianças com problemas de saúde

Um sheik da Arábia Saudita disse que as mulheres que conduzem prejudicam os seus ovários e a região pélvica, gerando bebés com vários problemas de saúde. De acordo com as leis do país, as mulheres são proibidas de conduzir.

Salah al-Luhaydan afirmou que conduzir carros prejudica não só a saúde das mulheres, como também tem um impacto psicológico sobre elas.

“A psicologia e a medicina estudaram a questão e concluíram que conduzir afecta automaticamente os ovários e prejudica a pélvis. Por isso, as crianças nascem com problemas clínicos de vários graus”, disse o sheik."

em Folha de Maputo

Será mesmo verdade?!?!

20 setembro 2013

Hábitos sexuais (retirado do Baú)


Cada vez gosto mais deste Papa


Na sua primeira entrevista de fundo após seis meses como Papa, Francisco declara que a Igreja Católica se tornou “obcecada” com os temas do aborto, do casamento homossexual e da contracepção.


“Não podemos concentrar-nos só nestes temas. Não tenho falado muito sobre estes temas e por vezes isso tem-me sido apontado. Mas quando se fala destes assuntos, deve ser no devido contexto. Sabemos qual é a opinião da Igreja e eu sou um filho da Igreja, mas não é preciso continuarmos a falar disto assim.”

Estas palavras do Papa Francisco foram publicadas no jornal jesuíta italiano La Civiltà Cattolica e resultam de uma longa entrevista, de 29 páginas, realizada nos dias 19, 23 e 29 de Agosto, explica o site Vatican Insider, ligado ao jornal italiano La Stampa. Nela, o argentino Jorge Mario Bergoglio traça as prioridades da sua acção pastoral e revela alguns pormenores sobre si próprio. A entrevista, que é publicada em inglês pela revista America, dos jesuítas norte-americanos, foi revista pessoalmente pelo Papa, adianta o New York Times.

“Temos de encontrar um novo equilíbrio, se não o edifício moral da Igreja pode cair como um palácio de cartas”, disse Francisco. Os ministros da Igreja devem ter como primeira missão levar uma palavra de “misericórdia”, a mensagem de salvação de Jesus Cristo, sublinhou. “Proclamar o amor redentor de Deus é um dever prioritário, antes do dever moral e religioso. Mas hoje parece que muitas vezes acontece o contrário”, afirmou.

Deus sempre presente
O Papa falou abertamente da questão da homossexualidade – que tanta violência e polémica tem causado pelo mundo fora, por vezes incentivada pela própria Igreja Católica. Veja-se o caso da legalização do casamento gay em França, em que os bispos franceses e organizações católicas foram motores da contestação.

“Quando estava em Buenos Aires, recebi cartas de pessoas homossexuais que estavam ‘socialmente feridas’ porque me diziam que a Igreja sempre os tinha rejeitado. Mas essa não é a intenção da Igreja. No avião de regresso do Rio de Janeiro, disse: 'Se um gay procurar Deus, quem sou eu para o julgar.'” Reitera o Catecismo da Igreja Católica – que diz que as pessoas homossexuais são chamadas à castidade –, mas sublinha o primado da liberdade: “Deus deu-nos a liberdade quando nos criou: não é possível a interferência espiritual na vida pessoal de outra pessoa.”

As reformas não se fazem num abrir e fechar de olhos, sublinha. “Muitos pensam que a mudança e as reformas podem acontecer num período muito curto. Eu acredito que leva tempo a construir as fundações de uma mudança real e eficaz. E esta é a altura do discernimento. Às vezes o discernimento leva-nos a agir no imediato, quando inicialmente íamos deixar uma acção para mais tarde. Isto é o que me tem acontecido nos últimos meses”, confessou o Papa Francisco.

Não fala com apreço dos tradicionalistas. “A visão dos que procuram soluções disciplinares, que dão excessiva importância a resguardar a doutrina e estão obcecados em trazer de volta um passado que já lá vai é estática e regressiva”, afirma. A certeza que o orienta na sua acção, a sua “certeza dogmática”, é que “Deus está presente na vida de todas as pessoas, mesmo se essa vida tiver sido destruída por maus hábitos, por drogas ou seja o que for”.

Retirado integralmente do Jornal Público 19/9/2013

11 setembro 2013

11/9

Será possível que já se tenham passado 12 anos desde o ataque às Torres Gémeas e continue-se a falar disso? A verdade é que o acontecimento é lembrado porque foi nos EUA e toda a comunicação falou disso durante meses.

Mas alguém fala do que aconteceu às pessoas - e muitas igualmente inocentes às que tombaram no ataque - que morreram na saga "justiceira" perpetrada aos países que de uma forma directa ou indirecta vão contra os interesses americanos?

Mas alguém fala das pessoas (e são tantas) que morrem no Mundo por causa da guerra, da fome, das doenças?

Pois.....

08 agosto 2013

Mr. Darcy completa 200 anos e ainda é símbolo de sedução

"Quando Rita Hayworth surgiu nas telas de cinema, em 1946, vestindo um tomara que caia preto e cantando “Put the blame on Mame” enquanto sensualmente tirava as luvas, o mundo aprendeu que “nunca houve uma mulher como Gilda”. Colin Firth não precisou cantar na adaptação de “Orgulho e preconceito”, feita pela BBC em 1995. Um mergulho no lago e a camisa branca molhada foram suficientes para entendermos que, bem, nunca houve um homem como Mr. Darcy.

Fitzwilliam Darcy nasceu herói do romance “Orgulho e preconceito”, de 1813, o segundo publicado pela inglesa Jane Austen. Charmoso e muito rico, ele é inicialmente rejeitado pela mocinha Elizabeth Bennet, que o crê arrogante e esnobe. Isso até descobrir que Mr. Darcy é generoso, corajoso e muito apaixonado. Perto dele, o safadinho Christian Grey, de “Cinquenta tons de cinza”, é um homem absolutamente desinteressante. Além de ser muito, mas muito vulgar.
— Apesar de ser preconceituoso no início do romance, Darcy sempre foi muito educado. Mesmo não sendo bonito, ele se tornou um galã pelos modos e pelo recato. Mr. Darcy era um gentleman, e isso é raro hoje. Talvez exista alguém parecido com ele, mas eu não conheço — diz o editor Marcos Maynart, que já trouxe ao Brasil um galã quase à moda antiga, o cantor Julio Iglesias.
O livro de Jane Austen foi bem recebido de imediato na Inglaterra. No mesmo ano da publicação, ganhou versão para o francês, começando então uma trajetória internacional que resultou na venda, até hoje, de 20 milhões de cópias ao redor do mundo. “Orgulho e preconceito” virou peça de teatro, musical no West End londrino, série de TV, filme de Hollywood e ganhou até uma versão em Bollywood (“Bride and prejudice”, uma brincadeira com o título em inglês “Pride and prejudice”). A célebre adaptação da BBC foi o ponto alto da carreira de Mr. Darcy, que, além de Colin Firth, já foi interpretado por Laurence Olivier (1940) e Matthew McFayden (2005).
O sucesso da série de TV fez a imprensa britânica classificar o momento de “darcymania”. Colin Firth virou superstar, e Mr. Darcy virou referência pop. Nos últimos 20 anos, uma série de produtos fez crescer o valor do galã bicentenário como ícone da cultura pop. Uma dezena de livros duvidosos foi editada (“O diário de Mr. Darcy” e “Os 50 tons de Mr. Darcy” são alguns). Frases do personagem foram estampadas em camisetas e louças — a maioria das peças à venda no Jane Austen Centre, em Bath — em todos os continentes. Durante as Olimpíadas de Londres, no ano passado, a onda de reinterpretações da famosa campanha “Keep calm and carry on”, usada pelos britânicos na Segunda Guerra Mundial, viu nascer um “Keep calm and find Mr. Darcy”. Pode acreditar, muita gente trocaria o brilhantismo político de Churchill por um refúgio em Pemberley, a propriedade de Mr. Darcy no interior da Inglaterra.
Elas querem fidelidade
No cinema, Mr. Darcy é inspiração explícita. A comédia romântica “Mensagem para você”, de Nora Ephron, homenageia a obra de Jane Austen, com os personagens de Meg Ryan e Tom Hanks fazendo referências ao casal Elizabeth e Darcy. A escritora inglesa Helen Fielding admitiu ter se inspirado em Mr. Darcy para criar o par romântico de sua heroína no best-seller “O diário de Bridget Jones”. Sem pudor, o chamou de Mark Darcy. Na adaptação para o cinema, o papel foi interpretado por... Colin Firth! Mas Mr. Darcy não se tornou um ícone apenas pelos modos refinados ou por ser um homem imensamente apaixonado. Ele foi também capaz de provar o seu amor fazendo Elizabeth Bennet se sentir especial. Se no início do romance ele não quis dançar com Elizabeth porque a considerava “tolerável, mas não bela o suficiente para me tentar”, no decorrer da história Darcy admite ter mudado de visão, pede desculpas e tenta corrigir seus erros. Em segredo, ele ajuda a família da heroína. E por fim deixa de lado os próprios preconceitos e os da sociedade para ficar com ela. A antropóloga Mirian Goldenberg diz que ser considerada única vira a cabeça de qualquer mulher.
— O Mr. Darcy faz de tudo para que a Elizabeth acredite nele, mas sem se exibir. As mulheres que eu pesquiso dizem que desejam essa generosidade. Mesmo as bem-sucedidas querem um ato simbólico, uma demonstração do quanto são especiais para aquele homem. Elizabeth não é a mais bonita, nem a mais valorizada, mas ele só tem olhos para ela. Um homem que luta pela mulher amada é especial — explica Mirian, frisando que hoje muitas mulheres se sentem invisíveis com tanta concorrência. — O que as mulheres mais me dizem é que querem fidelidade. É quase uma prova de amor.
Homens como o Darcy até existem, mas são raros. Por isso, essa fantasia é tão valorizada. Mas a fantasia começa muito antes da prova de amor. O interesse mútuo aparece porque Mr. Darcy e Elizabeth percebem um no outro algo que não tinham visto até então no seu círculo social. Quando se encontram, parecem estar à procura de alguma coisa, mas sem saber o quê, como explica a psicanalista Mônica Donetto Guedes.
— Ficamos presos à ideia de que uma relação é construída verbalmente, mas Darcy e Elizabeth se percebem desde o primeiro encontro. Um não consegue tirar os olhos do outro. É uma troca de olhares muito sedutora, não é preciso dizer nada. Para Freud, o estranho tem sempre algo de familiar. Apesar das diferenças iniciais, os dois percebem que têm algo em comum, que mais tarde se revela.
Bonito, rico e honrado
Mr. Darcy não resiste aos olhos e à “vivacidade do espírito” de Elizabeth, como ele mesmo afirma no final do romance. E ela não consegue evitar amar o homem que tanto se esforçou para vê-la feliz. Marcella Virzi, designer da dupla Virzi+DeLuca, não conseguiu resistir ao personagem. É fã assumida do Mr. Darcy.
— Li o livro pela primeira vez aos 14 anos e já o reli umas 15 vezes. Darcy representa os ideais românticos. Ele é bonito, elegante, muito rico e honrado. Mas Jane Austen escreve de forma a nos permitir acompanhar a transformação das idealizações dos personagens em paixão real — diz a designer.
Não custa lembrar que coube a Mr. Darcy uma das mais famosas declarações de amor da literatura inglesa: “Em vão tenho lutado comigo mesmo, mas nada consegui. Meus sentimentos não podem ser reprimidos; preciso que me permita dizer-lhe que eu a admiro e amo ardentemente”.
E se alguém ainda precisa de motivo para amar Mr. Darcy, bem, há sempre Colin Firth e aquela camisa branca. "

Retirado de http://ela.oglobo.globo.com/vida/cultura-em-vida/mr-darcy-personagem-criado-por-jane-austen-completa-200-anos-ainda-simbolo-de-seducao-7791543

02 maio 2013

Eu gosto mais das de 500....


"Na apresentação da nova nota, na segunda-feira, o governador do Banco  de Portugal disse que esta nota tem "elementos de segurança mais robustos"  para "prevenir tentativas de colocação em circulação de notas contrafeitas".

Na zona euro, em 2012, em cada milhão de notas de euro 33 eram contrafeitas,  uma redução face à média de 51 notas detectada em 2010.

A nova nota tem elementos distintivos da antiga. A marca de água e o  holograma incluem um retrato da figura mitológica grega Europa, que dá nome  à segunda série de notas de euro. Um elemento de segurança novo que se destaca  é o número cinco em verde esmeralda, o qual, dependendo do ângulo de observação,  muda de cor para azul-escuro.

Além disso, nas margens esquerda e direita da frente da nota, figuram  pequenas linhas impressas em relevo, destinadas a facilitar a identificação  das notas, especialmente por cegos e amblíopes.

Apesar do lançamento desta nova nota de cinco euros, não será preciso  trocar a nota antiga que continuará em circulação, sem perder o seu valor.  Essas notas serão retiradas de circulação gradualmente. "

Imagem e texto retirado de SICnotícias.

21 abril 2013

Feira do Livro no Porto

Li, na sexta-feira passada, que edição deste ano da Feira do Livro no Porto foi suspensa por "falta de condições financeiras". Entre a Câmara do Porto - a segunda maior cidade do país - e a APEL pelos vistos não se conseguem juntar verbas.
Eu fiquei triste, mas mesmo triste. Já tinha a minha (imensa) lista de compras preparada. :(

13 novembro 2012

Mulher descobre que o marido era de facto o seu pai

Em termos familiares, a vida de Valerie Spruill tem sido cheia de surpresas. A primeira foi aos nove anos, quando esta residente de Akron, no Ohio, foi informada de que a mãe e o pai eram na realidade seus avós. A verdadeira mãe, que a abandonara com três meses, era uma senhora simpática que às vezes visitava a casa.
    Para trauma já seria muito. Mas faltava o resto. Passados uns anos, Valerie soube que a sua mãe era prostituta, e adquirira alguma notoriedade ao testemunhar num famoso julgamento envolvendo um juiz corrupto.
    Era demais. Talvez para ter estabilidade, Valerie arranjou o emprego mais estável que se podia imaginar: contabilista numa instituição oficial. Fez a sua carreira, casou e teve três filhos, divorciou-se. Depois conheceu outro homem, um tal Percy, e casou com ele. Conta que tiveram uma boa vida até ele morrer, com sessenta anos, em 1998.
    Então veio outra surpresa: o homem era o seu pai.

Noticia do Expresso