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Daisypath Happy Birthday tickers

19 abril 2006

Um sonho de trabalho

Não confundir. O título deste post é um sonho de trabalho, não é um trabalho de sonho.
O primeiro é o que eu tenho, o segundo é o que eu quero! LOL

Já algum tempo que ando a sonhar com o meu local de trabalho, com situações de trabalho e/ou com os colegas de trabalho. Alguns sonhos são completamente doidos, mas a maioria deles é muito realista. O mais engraçado é que dois deles já me ajudaram a resolver problemas.

Não admira que eu me sinta cansada. Trabalho de dia e de noite!!!! Estou a precisar mesmo de férias.

17 abril 2006

Fruta da época

“O fruto proibido é o mais apetecido”. Sempre pensei que este ditado popular fosse verdadeiro, mas hoje cheguei à conclusão que não é bem assim, pelo menos no que me diz respeito.

Para mim, o fruto só é apetecido se for um bocadinho proibido. Se for mesmo proibido, mesmo muito proibido, daqueles que têm um sinal de “Perigo de Morte”, eu nem penso em “come-lo”. Ou melhor, pensar até penso, mas nunca passo à acção. Simplesmente, é proibido de mais.

Por outro lado, o facto de o fruto não ser proibido não significa que não seja apetecido, é apenas apreciado de outra forma…

15 abril 2006

Mais 7...

“Se escreveste sobre os sete pecados capitais também devias escrever sobre as virtudes”. Pareceu-me ser justa a sugestão do JP. E por isso resolvi segui-la.

As virtudes principais são a fé, a esperança, a caridade, a prudência, a justiça, a força (ou fortaleza) e a temperança. A igreja dividiu-as em virtudes teologias (as primeiras três) e em virtudes humanas ou morais (as restantes quatro).

É através da fé que cremos em Deus. Seja qual for o nome que Lhe dermos. Não é preciso pertencer a uma religião para acreditarmos em Deus. Nem sequer precisamos se acreditar em tudo que a nossa religião nos diz. Eu não acredito em muitas coisas escritas na Bíblia ou ditas pela Igreja Católica (que é a Igreja a que pertenço). Mas isso não significa que eu acredite menos em Deus.

O que é a esperança? A esperança é a virtude pela qual desejamos e esperamos de Deus, com uma firme confiança, a vida eterna e as graças para merecê-la, porque Deus assim nos prometeu. Se existe uma vida após da morte? Eu espero que sim. Pode ser como os cristãos acreditam, ou como os muçulmanos, ou os judeus, ou os budistas ou até como os antigos egípcios (não podia faltar). Não me interessa. Não posso é acreditar que tudo acaba com a morte. Mas pelo sim, pelo não, vou fazendo os possíveis para gozar o máximo da vida.

A caridade não é mais do que amarmos o nosso semelhante com amor filial e fraterno. No fundo, amarmos os outros como a nós mesmos. Nos nossos dias, há pouca caridade porque há muitos que amam os outros sem se amarem a eles próprios e muitos que se amam mais do que aos outros. É uma pena que não possa haver uma média para que o mundo pudesse ser um mundo melhor.

A virtude que dispõe da razão prática para discernir, em toda circunstância, o bem do mal e escolher os meios justos para realizá-lo é chamada de prudência. Escolher o caminho do bem nem sempre é fácil, não porque ele seja difícil de seguir mas porque, muitas vezes, é difícil de distinguir. Às vezes, só me apercebo que fiz más opções depois de ver os resultados e nessa altura já é tarde. Mas isso nem é o pior. O pior mesmo é quando faço más opções e nem me apercebo do quão más elas são.

Justiça. Hum. Será que vale a pena falar de justiça? Segunda a Igreja Católica, “a justiça é a virtude que consiste na constante e firme vontade de dar a Deus e ao próximo o que lhes é devido”. Nos dias que correm, toda a gente se queixa da justiça. Ninguém é justiçado. Ou melhor, ninguém se sente justiçado. Basta abrir os jornais ou falar com um grupo de pessoas para a frase “não é justo” surja mais do que uma vez. Falta saber se têm razão ou se já é hábito…

A força, como virtude, não é a força física de cada um. É a força moral que nos permite ter prudência. Para escolhermos o caminho certo ou para reconhecermos que escolhemos o caminho errado é necessária muita força de espírito. Mas para perdoarmos não é precisa menos coragem.

Por fim, a temperança é virtude que modera a atracção para os prazeres sensíveis e procura a moderação no uso dos bens criados. Pareceu-me bem utilizar uma frase profunda para terminar as virtudes. A temperança não significa que uma pessoa se tenha que privar dos prazeres da vida. Isso não seria uma virtude, mas sim um pecado. A temperança é a moderação que nos permite ser senhores dos nossos prazeres e não escravos deles. É poder desfrutar deles porque queremos e por isso desfrutar também da nossa liberdade. Sem a temperança somos prisioneiros dos nossos vícios e pior do que isso, somos prisioneiros de nós próprios.


Depois de ter escrito isto tudo, só me basta terminar com um pensamento: as virtudes são muito mais bonitas, mas os pecados são muito mais interessantes! LOL

[Obrigada, McBrain, pela "censura" ;)]

11 abril 2006

7 Pecados Mortais

Por incrível que pareça, o que menos me assusta na religião católica são os temíveis sete pecados mortais. São sete mas não são mortais. Pelo menos eu não os vejo dessa forma. Quer dizer, depois de ver o SE7EN podemos pensar de outra forma, mas de uma maneira geral, não são.

Preguiça. Gula. Luxúria. Ira. Cobiça. Inveja. Orgulho. Quem se puder gabar de não ter cometido nenhum já deve ter morrido… de tédio!!! Se são realmente pecados mortais e levam a nossa alma directamente para os domínios de Belzebu, bem, pessoal, a malta vê-se toda lá.

Além disso, porque raio é que são pecados assim tão maus? A preguiça e a gula, por exemplo. A prejudicar alguém, esse alguém seríamos nós. Mas por outro lado estaríamos a beneficiar a indústria dos colchões e da restauração. Ou seja, estamos a fazer uma boa acção, certo?

Luxúria. Além de ser uma palavra bela, a luxúria é outro pecado que pode beneficiar o próximo. Aliás, quem comete este pecado está bem próximo do seu “irmão”. Este pecado tem uma vantagem sobre todos os outros. Se realmente for pecado mortal – e não uma virtude como eu o estou a tentar transformar – e se formos parar ao Inferno, pelo menos não vamos sozinhos. It takes two to… lust!

Ira. Bem, a ira é um pau de dois bicos. (Se esta frase tivesse sido dita sobre o pecado anterior teria tido muito mais bem metida! Eheheh) Nem toda a ira é prejudicial. Depende do mal ou do bem que a pessoa irada consiga causar. Se eu for para a frente do Parlamento, cheia de ira, para abolir os impostos, o nosso primeiro-ministro e toda a classe política pensariam: “Mas que raio está aquela coisa a dizer?”. Ou seja, o meu pecado não teve consequências negativas, logo não devia ser pecado. Mas e então se formos um país inteiro irado a pedir a abolição dos impostos e o governo proclame que os impostos vão deixar de existir? Neste caso, a ira não só não foi uma coisa má, como foi uma coisa realmente boa. Mesmo boa. Muito, muito boa. Tão boa como… Ok, já parei!

Cobiça. Inveja. A cobiça e a inveja são os pecados mais humanos dos sete e, talvez por isso mesmo, são os únicos pecados que eu até posso ver como errados. Mas, tal como o pecado anterior, depende muito do ponto de vista. A cobiça e a inveja tanto podem fazer um criminoso como um herói. Depende do lado da lei em que se está!

Orgulho. É um pecado de que muita gente me acusa e, apesar disso, eu me prezo de ter. O que seria de nós sem o orgulho? Obviamente não estou a falar de um orgulho desmedido. Mas se não tivermos orgulho em nós, ficamos mais fracos. E fracos não vamos a lado nenhum. Mesmo que tivéssemos a capacidade para subir, alguém mais forte do que nós não nos vai deixar. Eu tenho orgulho em ter orgulho!

Eu não resisto a 4 dos 7. Um deles é orgulho, já o referi. Se me conhecem, sabem quais são os outros 3. ;)

17 março 2006

Injustiças divinas

Ao ver um video sobre a ADRIANA LIMA, apercebi-me mais uma vez das injustiças divinas que andam por aí. Reparem bem na menina. Acham justo que ela seja gira, jeitosa e fotogénica? E depois há aquelas que são giras, jeitosas, fotogénicas e ainda são inteligentes (não sei se a Adriana está incluída neste lote, mas aposto que sim). E ainda há aquelas que são giras, jeitosas, fotogénicas, inteligentes e com boa voz! Estas últimas, para mim, são o cúmulo da desigualdade.

Eu, quando canto no chuveiro, a água arrefece. Em termos de fotogenia, tenho uma foto minimamente decente em cada 500 – ver o meu álbum de casamento foi uma tortura!!! Quanto à beleza e “jeitosice”, nem vale a pena tecer comentários… Decididamente, não é justo. Ao menos UMA qualidade! Não é pedir muito, pois não? E não me venham com o cliché “o que importa é a beleza interior”!

Não menosprezando a beleza interior, acho até que é realmente muito importante, a beleza interior só se conhece com o tempo ou se tiver beleza exterior. Alguma vez ouviram alguém dizer “vou falar com aquele/a porque me parece que tenha uma grande beleza interior”? Pois, também me parecia que não!

É claro que a sorte de muitas mulheres que é que pode não se ser uma top model e mesmo assim ser-se atraente. E até pode-se ser menos atraente que o desejável e ser-se sensual. Acho que, no fundo, é tudo uma questão de atitude da própria pessoa. E esta é mesmo daquelas vezes em que eu espero ter razão!

14 março 2006

Anjinho ou diabinha?

Desde o início do ano que quero ser um anjinho. Quero, no fundo, ter uma mente mais inocente, um comportamento mais generoso. Ou seja, para eu ser mais angelical preciso de uma dieta mental muito rigorosa. Nunca pensei que a maioria das pessoas que sabem desta resolução duvidasse que eu consiga e - pior ainda! - acham a minha decisão errada! Preferem que eu continue a ser uma diabinha (no sentido simpático do termo).

Como diz um amigo meu, "Se quem fala contigo está principalmente interessado no lado mais malicioso, o lado anjinho pode ser aborrecido. Não quer dizer que, quando controlo o meu lado malicioso, não me interesse pelo anjinho.”. Esta frase levantou uma questão pertinente: Será que os anjos são aborrecidos? Se eu fosse um anjo, seria aborrecida? Se eu não sou um anjo, serei interessante?

A minha forma de ser já me deu alegrias, mas também me deu grandes dissabores e, pior do que isso, fez com que eu magoasse pessoas que me eram muito queridas. Provavelmente, este desejo de ser um anjo não é mais do que uma forma de exprimir a mudança que eu quero realizar. O meu receio é que o meu "novo eu" seja pior que o "eu actual". Não conheço ninguém que seja perfeito. Eu sei que nunca vou atingir a perfeição mas, mesmo assim, pergunto-me: será que ser perfeito é melhor do que ter muitos defeitos? Será que a perfeição total não é um defeito igualmente mau? Será que eu me obrigar a ser diferente do que eu sou não será um "pecado" muito maior do que os meus maiores pecados?

Não sei. Continuo como "diabinha" ou esforço-me para ser um "anjinho"? Enquanto não me decido, deixo-vos com este texto de um autor desconhecido:

"Quero ser um anjo. Quero ser útil. Quero ser diferente. Quero explicações. Quero fazer o bem. Quero viver eternamente. Quero voar. Quero sentir. Quero estar. Quero ser. Quero ser Eu. Não quero muita coisa. Não quero fazer mal. Não quero magoar. Não quero entristecer. Não quero viver na ilusão. Não quero sofrer. Não quero nada. Sou uma mente confusa...uma autêntica tempestade dentro da minha cabeça. Aqui isolada, a querer atenção quando ninguém me pode dar. Eu. Estúpida. Egoísta. Não dá. Quero ser Eu mas não posso ser Eu. Ou melhor eu consigo ser eu mas não é o eu que eu gosto. Anjo. Palavra linda. Palavra que não sou. Gostaria de agir como tal, ser perfeita., Ter a espantosa essência do equilíbrio. Na eterna paz. A ataraxia. Ser de algum modo útil. Não me estar constantemente a repetir como estou a fazer neste momento. Quero gritar. Quero que alguém me ouça!! Ninguém me ouve. Estou a sufocar aos poucos com a ilusão de que este sufocamento às vezes pára. Porque é que não é tudo como antes? Porquê? Há sempre alguma alteração em algo. Algo que muda o rumo da minha vida, do meu caminho. Algo que muda o final da minha história. Poder controlar. Alterar algo pelo menos uma vez na vida. Pôr as coisas como estavam. Como elas devem estar. Quero ser um anjo."

12 março 2006

Tentativas Literárias

Quem diz que arrumar não é uma tarefa recompensadora, não sabe do que fala. Sempre que arrumo as minhas coisas, além do prazer que é ver tudo no seu sítio, encontro sempre coisas antigas que me fazem sorrir. Desta vez, forma duas historias que eu comecei a escrever com base em sonhos que eu tive e que tentei romancear.

O sorriso que dei não se deve à qualidade do texto – são tão boas que até um romance da Harlequim é melhor. Foi mesmo pelo que significam: eu simplesmente não consigo desistir da ideia que um dia vou conseguir escrever qualquer coisa de jeito. Prosa ou poesia, eu continuo com as minhas tentativas literárias.

99% das folhas em que escrevo são um desperdício de papel, mesmo que eu escreva em papel de rascunho, e têm todas o mesmo destino: o balde do lixo. Estas duas, porém, escaparam não sei como. Decerto não foi pela sua beleza, muito menos pela originalidade da história. Se calhar foi porque se nota uma certa preocupação com os factos. Os nomes das terras, dos títulos dos personagens e até algumas descrições paisagísticas demonstram claramente que tive que fazer alguma investigação. Teria sido por isso? Sinceramente, já não me lembro. O que é certo é que, desta vez, não as vou deitar fora. Se aguentaram intactas até aqui, merecem um lugar no meu “baú”. Quem sabe se um dia, não as termino e não dão um romance decente?


[C., deves-te lembrar de um deles… Juan, Maria, Laura, Lorena, Beatriz e Diego dizem-te alguma coisa? Espero que sim, um deles foste tu quem me ajudou a escolher… ;)]

18 fevereiro 2006

Divagações

Gosto de ti duro, chupar-te lentamente
Ou meter-te na boca de uma só vez...
Dar-te pequenas trincadelas suavemente
Oh! Dás-me tanto prazer!

E quanto vens em estado liquido
Não resisto a te beber,
Na boca ficam vestígios de ti
Sou gulosa a sorver!

Pudesse eu comer-te todos os dias
Dás-me sensações de alto quilate
Por ti, fico cheia de energia
Maravilhoso Chocolate!!!

14 fevereiro 2006

Planeta Azul

A minha mãe (finalmente) comprou um mapa-mundo para o escritório. Sempre que vou lá a casa, divirto-me a ver os países que gostaria de visitar. Claro que saio da divisão sempre muito frustrada, porque a visão completa do mundo dá-me a certeza que não vou conseguir visitar todos os países que gostava.

Da última vez que lá fui, surgiu-me a ideia de comprar um mapa-mundo para mim também e, com pinos coloridos, assinar onde gostaria de ir e onde já fui. Os azuis para os desejados, verdes para os visitados. Esta ideia deu-me outra (afinal as ideias também são como as cerejas): será que houve alguém que fez o que eu idealizei e foi daí que veio o termo "Planeta Azul"? :) É porque, se eu algum dia colocar em prática este pensamento, acreditem!, o mundo vai mesmo ficar azul, com alguns pontos - poucos, muito poucos - a verde. Se a este conjunto adicionar mais uma cor – a vermelha para os sítios onde eu não quero ir, o mapa continua muito azul, uns pontitos a verde e um ou outro ponto vermelho. Talvez este seja um caso em que a supremacia azul não seja uma boa notícia.

Com esta visão tão azul do meu futuro, achei melhor deixar de comprar revistas de viagens. Há situações na vida que nos levam a colocar um ponto final nas sessões de masoquismo mensal e esta foi uma delas. Agora só vou comprar as revistas que tenham os destinos de férias deste ano. E só um mês antes, que a tortura da espera é isso mesmo: uma tortura.

Claro que, depois dessa resolução tomada, ao passar pelo primeiro quiosque não resisti e comprei uma revista sobre a Islândia...

05 fevereiro 2006

O terrível costume de dizer custume

Não gosto de erros ortográficos. Não estou a falar de gralhas, refiro-me a erros grosseiros. Detesto quando me dizem PRONTOS ou quando, através de uma mensagem escrita, me perguntam: "Já FIZES-TE o que precisas?"...

Quando, na Universidade, entrei no mundo virtual e escrito do MOOsaico fiquei de queixo caído com a quantidade de erros que se davam. Eu e o C.D. mantínhamos um registo mental das calinadas que ali se escreviam. Algumas eram tão graves que não sabíamos se devíamos rir às gargalhadas ou se chorar copiosamente.Apesar de ainda conviver com os erros, já me tinha esquecido como a língua portuguesa pode ser pontapeada numa troca de palavras.

Até que ontem, em que ao falar com um amigo via MSN, li tantas vezes a palavra "custumo", "prontos" e "à" (como em "à muitos anos") me veio tudo à memória. Confesso que não resisti em lhe sugerir a compra de um dicionário, ao que me respondeu: "Sempre me fiz perceber, não preciso disso!" Depois de um argumento destes, o que se pode dizer mais? Para melhorar a minha opinião, a pessoa em questão fala e escreve num inglês que roça a perfeição. Pensei "OK, vale a pena investir num curso intensivo de inglês, mas não vale a pena saber escrever português... right!"

Não quero com isto dizer que eu tenho um português perfeito. O português é demasiado complexo para que eu nunca tenha dúvidas e não cometa um erro ocasional. Lembro-me de teimar com a minha mãe para saber porque é que, se se diz "MUINTO" se escreve "MUITO". Perdi a conta das vezes em que fico com dúvidas sobre a forma como se escreve determinada palavra ou se conjuga um ou outro verbo. Mas acredito que, de uma forma geral, escrevo sem erros. Quero dizer que me esforço para escrever correctamente a minha língua. E se eu consigo, qualquer um o consegue.

Como portuguesa - e orgulhosa de o ser - penso muitas vezes que não merecemos o país e a língua que temos. Ou será que deveria escrever "Não mereSSE-MOS a língua que temos?" :)