“…Nós estamos num estado comparável sómente à Grécia: mesma pobreza, mesma indignidade política, mesma trapalhada económica, mesmo abaixamento de caracteres, mesma decadência de espírito.
Nos livros estrangeiros, nas revistas quando se fala num país caótico e que pela sua decadência progressiva, poderá …vir a ser riscado do mapa da Europa, citam-se a par, a Grécia e Portugal.”
Eça de Queiroz, 1872, in As Farpas
Leia por sua própria conta e risco! A exactidão deste blog não foi determinada. Pode conter humor, boatos, opiniões, factos ou spoofs.
15 outubro 2011
14 outubro 2011
Daniela Ruah
Longe vão os tempos das portuguesas baixinhas, anafadas e com bigode....
Aqui está parte da entrevista da Daniela Ruah na Esquire
Aqui está parte da entrevista da Daniela Ruah na Esquire
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exclamações
13 outubro 2011
De volta ao passado
É mais que conhecido o quanto eu gosto de romances dos ínicios do Século XIX em geral e de "Pride and Prejudice", em particular.
Foi neste século que Jane Austen viveu no interior da Inglaterra como uma mulher casadoira típica da época, mas que nunca casou. Pensa-se que teve uma existência protegida, recatada e que tenha morrido virgem, aos 41 anos. E mesmo assim, às vezes penso que Miss Austen percebia muito melhor de relacionamentos do que muitas mulheres da nossa época.
Jane Austen era inteligente, sagaz e com um bom sentido de humor e as heroínas dos seus seis romances têm essas mesmas características. A minha preferida é, obviamente, Elizabeth Benent: é franca, feminista q.b. e quando apaixonada não fica a "bater as pestanas" e a dar risinhos estúpidos. Foi por isso que Mr. Darcy se apaixonou por ela.
Oh! Mr. Darcy!
Oh! Oh! Mr. Darcy...
No inicio sou solidária com Lizzie e detesto-o. No final, continuo solidária e também estou apaixonada. :)
Mr. Darcy é lindo, sério, tímido, com pouco sentido de humor ou pelo menos não o demonstra. Não o consigo a imaginar a fazer um trocadilho malicioso. Mas também é sedutor sem ser óbvio,é educado e íntegro. É viril. Quando erra, admite e resolve o problema.
Já desejei algumas vezes (bastantes até) que o mundo não tivesse mudado tanto desde esses tempos. Sim, não ia gostar nada dos casamentos por conveniência, do diminuto papel da mulher na sociedade, os padrões rígidos e a hipocrisia vigente. Também não ia gostar dos fossos entre as classes (principalmente se não fizesse parte dos "sortudos").
Mas em compensação haveria os homens à moda antiga, realmente dignos de serem chamados de cavalheiros, com respeito, responsabilidade e carácter. A linguagem cuidada, sem a utilização do calão que todos os dias ouço, saídos de bocas masculinas e femininas. Os trajes elaborados, a elegância valorizada em detrimento do prático (logo eu a dizer estas coisas!!!!).
Não quero que esses tempos voltem. Teria que perder muita coisa deste século que valorizo. Mas que gostava que alguns aspectos de antigamente voltasse, isso gostava.
Foi neste século que Jane Austen viveu no interior da Inglaterra como uma mulher casadoira típica da época, mas que nunca casou. Pensa-se que teve uma existência protegida, recatada e que tenha morrido virgem, aos 41 anos. E mesmo assim, às vezes penso que Miss Austen percebia muito melhor de relacionamentos do que muitas mulheres da nossa época.
Jane Austen era inteligente, sagaz e com um bom sentido de humor e as heroínas dos seus seis romances têm essas mesmas características. A minha preferida é, obviamente, Elizabeth Benent: é franca, feminista q.b. e quando apaixonada não fica a "bater as pestanas" e a dar risinhos estúpidos. Foi por isso que Mr. Darcy se apaixonou por ela.
Oh! Mr. Darcy!
Oh! Oh! Mr. Darcy...
No inicio sou solidária com Lizzie e detesto-o. No final, continuo solidária e também estou apaixonada. :)
Mr. Darcy é lindo, sério, tímido, com pouco sentido de humor ou pelo menos não o demonstra. Não o consigo a imaginar a fazer um trocadilho malicioso. Mas também é sedutor sem ser óbvio,é educado e íntegro. É viril. Quando erra, admite e resolve o problema.
Já desejei algumas vezes (bastantes até) que o mundo não tivesse mudado tanto desde esses tempos. Sim, não ia gostar nada dos casamentos por conveniência, do diminuto papel da mulher na sociedade, os padrões rígidos e a hipocrisia vigente. Também não ia gostar dos fossos entre as classes (principalmente se não fizesse parte dos "sortudos").
Mas em compensação haveria os homens à moda antiga, realmente dignos de serem chamados de cavalheiros, com respeito, responsabilidade e carácter. A linguagem cuidada, sem a utilização do calão que todos os dias ouço, saídos de bocas masculinas e femininas. Os trajes elaborados, a elegância valorizada em detrimento do prático (logo eu a dizer estas coisas!!!!).
Não quero que esses tempos voltem. Teria que perder muita coisa deste século que valorizo. Mas que gostava que alguns aspectos de antigamente voltasse, isso gostava.
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Pensamentos
12 outubro 2011
Sem titulo
Eu não sou boa nem quero sê-lo, contento-me em desprezar quase todos, odiar alguns, estimar raros e amar um.
Florbela Espanca
Florbela Espanca
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poesia
Se eu pudesse....
Ouvi estar música pela primeira vez agora mesmo, na sala de trabalho. E tive que fazer um esforço para não começar a mexer o corpinho.... LOL
Maroon 5 - Hands all over
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Música na Mente,
Video
Olhares
Entrei no elevador e vi-a. Com um sorriso nos lábios que não se refletia nos olhos. Estes estavam tristes, com mágoas profundas. Eram os olhos de alguém que se sentia profundamente infeliz. Que não conseguia pensar no que tinha, apenas no que não conseguiu conquistar, apenas nos sonhos destruídos, nas esperanças que caíram por terra.
Eram os olhos de alguém que já não tinha forças para lutar, que só queria baixar os braços e deixar que as ondas a levassem para qualquer sítio, mesmo que esse sítio fosse o fundo do mar.
Eram os olhos que alguém cansado de reter as lágrimas, cansado de fingimentos.
Eram os olhos de alguém que já não ousa ser o que já fora…
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Pensamentos
10 outubro 2011
Nunca Ninguém Amou Completamente
"Vou deitar-te na eternidade, que é esse o teu lugar, é esse, é esse. E agora só tenho que te amar tudo de ti, não deixar nada de fora. Porque, sabê-lo-ás? Nunca ninguém amou completamente, houve sempre uma forma de amar fragmentária, parcial. Amou-se sempre em função de uma fracção do amor como se usou um vestuário segundo a moda, desde o calção ou o penante de plumas. Vou-te amar como Deus. Não, não. Deus não sente prazer nem movimento progressivo até ao prazer, coitado, é tão infeliz. Vou-te amar como um homem desde que os há, desde o tempo das cavernas até hoje e com um pequeno suplemento que é só meu."Vergílio Ferreira, in "Em Nome da Terra"
Lindo!
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prosa
06 outubro 2011
03 outubro 2011
Parabéns Pai!
70 anos!
Pai, como é possível que já tenhas 70 anos? Como foi que o tempo passou tão depressa que ainda te vejo com cinquenta? Ou até menos, quando rapaste o bigode e me pregaste um susto?
Feliz dia, Pai!
Eu estou a fazer o que posso para que esta data seja comemorada como mereces. Espero que tudo saia bem! :)
Beijos grandes!
Pai, como é possível que já tenhas 70 anos? Como foi que o tempo passou tão depressa que ainda te vejo com cinquenta? Ou até menos, quando rapaste o bigode e me pregaste um susto?
Feliz dia, Pai!
Eu estou a fazer o que posso para que esta data seja comemorada como mereces. Espero que tudo saia bem! :)
Beijos grandes!
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