Sim, o Franquia ainda respira. Lento, com dificuldade, mas ainda tem batimento cardíaco.
A ver se começo a partilhar ideias e pensamentos com regularidade.
O problema é que até tenho pensamentos interessantes (modéstia à parte) quando estou no carro a conduzir para o trabalhinho, mas depois chego aqui e é uma miséria. Mas eu continuo a tentar... um dia destes vai ser um texto fabuloso.... ou não, ou não!
Leia por sua própria conta e risco! A exactidão deste blog não foi determinada. Pode conter humor, boatos, opiniões, factos ou spoofs.
29 março 2011
28 março 2011
Cerveja Sagres
Confesso que curti este anúncio e fiquei com a música no ouvido:
Oh pá o Manzarra está em todas.
E confesso que curti a cara de malandro quando a Soraia Chaves mostra o decote.
Oh pá o Manzarra está em todas.
E confesso que curti a cara de malandro quando a Soraia Chaves mostra o decote.
Primavera? Onde?
Ah e tal, estamos na Primavera, bom tempo, poucas nuvens, começar a curtir os finais da tarde.
Só que parece que a Primavera é mais chuva! O que está mal. Principalmente quando se tem uma cabeça como a minha, que não se lembra de levar guarda-chuva (e também porque guarda-chuva que pouse lá na sala do pessoal evapora).
Conclusão: apanhei uma chuva jeitosa, que me obrigou a esperar no carro até que passasse. Vá lá que passou a tempo e não cheguei atrasada.
Será pedir muito que a Primavera se manifeste? É que não posso mais com o tempo cinzento e frio. Os putos andam a trepar paredes e não quem os aguente.
Quero por a pernoca ao léu (a da B. note-se) e nada.
Tenho dito!
Só que parece que a Primavera é mais chuva! O que está mal. Principalmente quando se tem uma cabeça como a minha, que não se lembra de levar guarda-chuva (e também porque guarda-chuva que pouse lá na sala do pessoal evapora).
Conclusão: apanhei uma chuva jeitosa, que me obrigou a esperar no carro até que passasse. Vá lá que passou a tempo e não cheguei atrasada.
Será pedir muito que a Primavera se manifeste? É que não posso mais com o tempo cinzento e frio. Os putos andam a trepar paredes e não quem os aguente.
Quero por a pernoca ao léu (a da B. note-se) e nada.
Tenho dito!
04 março 2011
Outlander - Nas asas do tempo

Adorei este livro. Fantástico.
Custava sempre que tinha que parar. E agora que acabei, tenho que esperar um pouco pelo próximo, senão vai ser uma leitura decepcionante.
14 fevereiro 2011
Não há coincidências
(…) A verdade nunca é exacta, que cada realidade encerra em si mesma tantas verdades quantas as pessoas nela envolvidas.
(…) o amor é mesmo assim: absoluto, estúpido e tudo menos sensato.
(…) Sou uma guerreira, o amor é a minha arma. O meu coração é o meu escudo, avanço sem lança nem capacete, caio e levanto-me as vezes que for preciso, mas não paro nunca. A não ser que o caminho se feche.
(…) Quando sonhamos muito, corremos o risco de deixar de viver neste mundo, passamos para outra dimensão e não raras vezes transportamos connosco aqueles que amamos. E aquilo com que sonhamos, passa a ser o nosso desejo e é em função disso que respiramos, vivemos, adormecemos e acordamos.
(…) Nada nem ninguém é impune diante dos seus próprios erros. Acabamos sempre por pagá-los de uma forma ou de outra. Talvez não sintas tudo à flor da pele como eu, que sou toda feita de coração, nem sei porque é que Deus me deu miolos, nunca os uso para as coisas mais importantes da vida.
(…) tudo começa e acaba nos afectos, que o mundo é feito de coisas tão simples e grandiosas como o sexo, o amor, o ódio, a raiva e a saudade e que são os instintos mais básicos que fazem o mundo andar, sempre com conflito e luta, sempre e ainda com vontade. (…) quando se ama perdoa-se tudo. Não se esquece nada, mas perdoa-se tudo.
(…) Cada vez mais acredito que amar é dar e tudo o que não é dado, perde-se. E que a amizade é talvez a mais bela forma de amor, porque é gratuita e intemporal, não precisa de promessas nem de carne, não se desfaz com zangas nem se desvirtua com o tempo.
Margarida Rebelo Pinto
(…) o amor é mesmo assim: absoluto, estúpido e tudo menos sensato.
(…) Sou uma guerreira, o amor é a minha arma. O meu coração é o meu escudo, avanço sem lança nem capacete, caio e levanto-me as vezes que for preciso, mas não paro nunca. A não ser que o caminho se feche.
(…) Quando sonhamos muito, corremos o risco de deixar de viver neste mundo, passamos para outra dimensão e não raras vezes transportamos connosco aqueles que amamos. E aquilo com que sonhamos, passa a ser o nosso desejo e é em função disso que respiramos, vivemos, adormecemos e acordamos.
(…) Nada nem ninguém é impune diante dos seus próprios erros. Acabamos sempre por pagá-los de uma forma ou de outra. Talvez não sintas tudo à flor da pele como eu, que sou toda feita de coração, nem sei porque é que Deus me deu miolos, nunca os uso para as coisas mais importantes da vida.
(…) tudo começa e acaba nos afectos, que o mundo é feito de coisas tão simples e grandiosas como o sexo, o amor, o ódio, a raiva e a saudade e que são os instintos mais básicos que fazem o mundo andar, sempre com conflito e luta, sempre e ainda com vontade. (…) quando se ama perdoa-se tudo. Não se esquece nada, mas perdoa-se tudo.
(…) Cada vez mais acredito que amar é dar e tudo o que não é dado, perde-se. E que a amizade é talvez a mais bela forma de amor, porque é gratuita e intemporal, não precisa de promessas nem de carne, não se desfaz com zangas nem se desvirtua com o tempo.
Margarida Rebelo Pinto
24 setembro 2010
Meios de comunicação alternativos
No outro dia, falei com um amigo dos tempos da ASA, com quem já não falava há imenso tempo. "Ralhou-me" por não ter comunicado que estava grávida nem que já tinha uma filhota. Tinha toda a razão e dei por mim a pensar "abençoados os meios de comunicação alternativos".
Vivam os sms, os blogs, os facebooks, o msn, o gtalk, essas coisas todas. Distraída como sou, ia perder o contacto com toda a gente. Assim, vou sabendo das novidades e vou partilhando as minhas novidades com os amigos.
Mesmo assim, vou falhando. Por isso, desculpa P.
Vivam os sms, os blogs, os facebooks, o msn, o gtalk, essas coisas todas. Distraída como sou, ia perder o contacto com toda a gente. Assim, vou sabendo das novidades e vou partilhando as minhas novidades com os amigos.
Mesmo assim, vou falhando. Por isso, desculpa P.
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Pensamentos
19 agosto 2010
Se é rapariga deve vestir de azul
Li numa (antiga, n.º 301) revista Sábado que antigamente as meninas vestiam-se de azul porque era mais suave e os rapazes cor de rosa, pois esta é uma cor mais decidida e forte. Isto até a década de 30 do século passado.
Pelos vistos a inversão ocorreu durante a Segunda Grande Guerra, com Hitler a ordenar que os homossexuais usassem um triângulo cor-de-rosa.
Estou a imaginar a reacção do G. (e de muitas outras pessoas) se eu vestisse o A. de cor-de-rosa.... ia ser giro, ia!
Pelos vistos a inversão ocorreu durante a Segunda Grande Guerra, com Hitler a ordenar que os homossexuais usassem um triângulo cor-de-rosa.
Estou a imaginar a reacção do G. (e de muitas outras pessoas) se eu vestisse o A. de cor-de-rosa.... ia ser giro, ia!
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coisas interessantes
14 agosto 2010
Maria Clara

E a Maria Clara já nasceu! Estamos muito felizes por tudo ter corrido bem. Parabéns aos papás babados e, claro, ao P. que ganhou uma irmãzinha! :)
02 agosto 2010
Sedução
"Dão por nomes como Uma Aposta Perversa, A Cama da Paixão, O Príncipe Corvo, Casamento de Conveniência, Lições de Sedução. Passam ao lado das criticas literárias mas vendem como pãezinhos quentes - as editoras que o digam, que não se cansam de fazer novas edições destes best-sellers mistura de romance de cordel com ficção histórica, de conto de fadas com realismo dramático, de Jane Austen com Michael Crichton.
O "argumento" não difere muito: situando-se algures em Inglaterra do século XIX e a trama gira em volta de um lorde libertino e encantador; ou então com reputação de mau feitio e impossível de conquistar, e de uma mulher, nobre ou não, "encarregue" de fazer o belo aristocrata cair perdido de amor nos seus braços ingénuos e bem intencionados.
Mas o denominador comum mais curiosos nestes romances que rapidamente desaparecem dos escaparates está nos "manuais" de sedução utilizados pelos protagonistas para a conquista do outro - que nos lembram i que esquecemos na sociedade frenética em que vivemos, e que é sobretudo tempo para conhecer o outro, para explorar o outro, para o encantar, para o prender, para o saborear. É a arte praticada com mestria pelas grandes cortesãs que com estes livros procuramos avidamente perceber que não soçobrarmos nesta vida fast food em que a sedução só nos chega pela publicidade."
O "argumento" não difere muito: situando-se algures em Inglaterra do século XIX e a trama gira em volta de um lorde libertino e encantador; ou então com reputação de mau feitio e impossível de conquistar, e de uma mulher, nobre ou não, "encarregue" de fazer o belo aristocrata cair perdido de amor nos seus braços ingénuos e bem intencionados.
Mas o denominador comum mais curiosos nestes romances que rapidamente desaparecem dos escaparates está nos "manuais" de sedução utilizados pelos protagonistas para a conquista do outro - que nos lembram i que esquecemos na sociedade frenética em que vivemos, e que é sobretudo tempo para conhecer o outro, para explorar o outro, para o encantar, para o prender, para o saborear. É a arte praticada com mestria pelas grandes cortesãs que com estes livros procuramos avidamente perceber que não soçobrarmos nesta vida fast food em que a sedução só nos chega pela publicidade."
Sofia Barrocas - Notícias Magazine - 01 Agosto 2010
Faço minhas as palavras desta senhora. Não são grandes romances, daqueles que se lêem, se adoram e se voltam a ler vezes sem conta sem nunca perderem o brilho. Mas lêem-se bem e a mim fazem-me sonhar com o tempo em que a sedução era uma arte e as coisas não eram tão óbvias como são hoje em dia, em que a linguagem era cuidada e as palavras tinham um duplo sentido que nada tem a ver com a "linguagem traiçoeira" de hoje em dia. Dos livros citados, já li "A Cama da Paixão" e "Casamento de Conveniência" e confesso que gostei. As pessoas a quem os emprestei gostaram também...
Faço minhas as palavras desta senhora. Não são grandes romances, daqueles que se lêem, se adoram e se voltam a ler vezes sem conta sem nunca perderem o brilho. Mas lêem-se bem e a mim fazem-me sonhar com o tempo em que a sedução era uma arte e as coisas não eram tão óbvias como são hoje em dia, em que a linguagem era cuidada e as palavras tinham um duplo sentido que nada tem a ver com a "linguagem traiçoeira" de hoje em dia. Dos livros citados, já li "A Cama da Paixão" e "Casamento de Conveniência" e confesso que gostei. As pessoas a quem os emprestei gostaram também...
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