Ah e tal, estamos na Primavera, bom tempo, poucas nuvens, começar a curtir os finais da tarde.
Só que parece que a Primavera é mais chuva! O que está mal. Principalmente quando se tem uma cabeça como a minha, que não se lembra de levar guarda-chuva (e também porque guarda-chuva que pouse lá na sala do pessoal evapora).
Conclusão: apanhei uma chuva jeitosa, que me obrigou a esperar no carro até que passasse. Vá lá que passou a tempo e não cheguei atrasada.
Será pedir muito que a Primavera se manifeste? É que não posso mais com o tempo cinzento e frio. Os putos andam a trepar paredes e não quem os aguente.
Quero por a pernoca ao léu (a da B. note-se) e nada.
Tenho dito!
Leia por sua própria conta e risco! A exactidão deste blog não foi determinada. Pode conter humor, boatos, opiniões, factos ou spoofs.
28 março 2011
04 março 2011
Outlander - Nas asas do tempo

Adorei este livro. Fantástico.
Custava sempre que tinha que parar. E agora que acabei, tenho que esperar um pouco pelo próximo, senão vai ser uma leitura decepcionante.
14 fevereiro 2011
Não há coincidências
(…) A verdade nunca é exacta, que cada realidade encerra em si mesma tantas verdades quantas as pessoas nela envolvidas.
(…) o amor é mesmo assim: absoluto, estúpido e tudo menos sensato.
(…) Sou uma guerreira, o amor é a minha arma. O meu coração é o meu escudo, avanço sem lança nem capacete, caio e levanto-me as vezes que for preciso, mas não paro nunca. A não ser que o caminho se feche.
(…) Quando sonhamos muito, corremos o risco de deixar de viver neste mundo, passamos para outra dimensão e não raras vezes transportamos connosco aqueles que amamos. E aquilo com que sonhamos, passa a ser o nosso desejo e é em função disso que respiramos, vivemos, adormecemos e acordamos.
(…) Nada nem ninguém é impune diante dos seus próprios erros. Acabamos sempre por pagá-los de uma forma ou de outra. Talvez não sintas tudo à flor da pele como eu, que sou toda feita de coração, nem sei porque é que Deus me deu miolos, nunca os uso para as coisas mais importantes da vida.
(…) tudo começa e acaba nos afectos, que o mundo é feito de coisas tão simples e grandiosas como o sexo, o amor, o ódio, a raiva e a saudade e que são os instintos mais básicos que fazem o mundo andar, sempre com conflito e luta, sempre e ainda com vontade. (…) quando se ama perdoa-se tudo. Não se esquece nada, mas perdoa-se tudo.
(…) Cada vez mais acredito que amar é dar e tudo o que não é dado, perde-se. E que a amizade é talvez a mais bela forma de amor, porque é gratuita e intemporal, não precisa de promessas nem de carne, não se desfaz com zangas nem se desvirtua com o tempo.
Margarida Rebelo Pinto
(…) o amor é mesmo assim: absoluto, estúpido e tudo menos sensato.
(…) Sou uma guerreira, o amor é a minha arma. O meu coração é o meu escudo, avanço sem lança nem capacete, caio e levanto-me as vezes que for preciso, mas não paro nunca. A não ser que o caminho se feche.
(…) Quando sonhamos muito, corremos o risco de deixar de viver neste mundo, passamos para outra dimensão e não raras vezes transportamos connosco aqueles que amamos. E aquilo com que sonhamos, passa a ser o nosso desejo e é em função disso que respiramos, vivemos, adormecemos e acordamos.
(…) Nada nem ninguém é impune diante dos seus próprios erros. Acabamos sempre por pagá-los de uma forma ou de outra. Talvez não sintas tudo à flor da pele como eu, que sou toda feita de coração, nem sei porque é que Deus me deu miolos, nunca os uso para as coisas mais importantes da vida.
(…) tudo começa e acaba nos afectos, que o mundo é feito de coisas tão simples e grandiosas como o sexo, o amor, o ódio, a raiva e a saudade e que são os instintos mais básicos que fazem o mundo andar, sempre com conflito e luta, sempre e ainda com vontade. (…) quando se ama perdoa-se tudo. Não se esquece nada, mas perdoa-se tudo.
(…) Cada vez mais acredito que amar é dar e tudo o que não é dado, perde-se. E que a amizade é talvez a mais bela forma de amor, porque é gratuita e intemporal, não precisa de promessas nem de carne, não se desfaz com zangas nem se desvirtua com o tempo.
Margarida Rebelo Pinto
24 setembro 2010
Meios de comunicação alternativos
No outro dia, falei com um amigo dos tempos da ASA, com quem já não falava há imenso tempo. "Ralhou-me" por não ter comunicado que estava grávida nem que já tinha uma filhota. Tinha toda a razão e dei por mim a pensar "abençoados os meios de comunicação alternativos".
Vivam os sms, os blogs, os facebooks, o msn, o gtalk, essas coisas todas. Distraída como sou, ia perder o contacto com toda a gente. Assim, vou sabendo das novidades e vou partilhando as minhas novidades com os amigos.
Mesmo assim, vou falhando. Por isso, desculpa P.
Vivam os sms, os blogs, os facebooks, o msn, o gtalk, essas coisas todas. Distraída como sou, ia perder o contacto com toda a gente. Assim, vou sabendo das novidades e vou partilhando as minhas novidades com os amigos.
Mesmo assim, vou falhando. Por isso, desculpa P.
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Pensamentos
19 agosto 2010
Se é rapariga deve vestir de azul
Li numa (antiga, n.º 301) revista Sábado que antigamente as meninas vestiam-se de azul porque era mais suave e os rapazes cor de rosa, pois esta é uma cor mais decidida e forte. Isto até a década de 30 do século passado.
Pelos vistos a inversão ocorreu durante a Segunda Grande Guerra, com Hitler a ordenar que os homossexuais usassem um triângulo cor-de-rosa.
Estou a imaginar a reacção do G. (e de muitas outras pessoas) se eu vestisse o A. de cor-de-rosa.... ia ser giro, ia!
Pelos vistos a inversão ocorreu durante a Segunda Grande Guerra, com Hitler a ordenar que os homossexuais usassem um triângulo cor-de-rosa.
Estou a imaginar a reacção do G. (e de muitas outras pessoas) se eu vestisse o A. de cor-de-rosa.... ia ser giro, ia!
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coisas interessantes
14 agosto 2010
Maria Clara

E a Maria Clara já nasceu! Estamos muito felizes por tudo ter corrido bem. Parabéns aos papás babados e, claro, ao P. que ganhou uma irmãzinha! :)
02 agosto 2010
Sedução
"Dão por nomes como Uma Aposta Perversa, A Cama da Paixão, O Príncipe Corvo, Casamento de Conveniência, Lições de Sedução. Passam ao lado das criticas literárias mas vendem como pãezinhos quentes - as editoras que o digam, que não se cansam de fazer novas edições destes best-sellers mistura de romance de cordel com ficção histórica, de conto de fadas com realismo dramático, de Jane Austen com Michael Crichton.
O "argumento" não difere muito: situando-se algures em Inglaterra do século XIX e a trama gira em volta de um lorde libertino e encantador; ou então com reputação de mau feitio e impossível de conquistar, e de uma mulher, nobre ou não, "encarregue" de fazer o belo aristocrata cair perdido de amor nos seus braços ingénuos e bem intencionados.
Mas o denominador comum mais curiosos nestes romances que rapidamente desaparecem dos escaparates está nos "manuais" de sedução utilizados pelos protagonistas para a conquista do outro - que nos lembram i que esquecemos na sociedade frenética em que vivemos, e que é sobretudo tempo para conhecer o outro, para explorar o outro, para o encantar, para o prender, para o saborear. É a arte praticada com mestria pelas grandes cortesãs que com estes livros procuramos avidamente perceber que não soçobrarmos nesta vida fast food em que a sedução só nos chega pela publicidade."
O "argumento" não difere muito: situando-se algures em Inglaterra do século XIX e a trama gira em volta de um lorde libertino e encantador; ou então com reputação de mau feitio e impossível de conquistar, e de uma mulher, nobre ou não, "encarregue" de fazer o belo aristocrata cair perdido de amor nos seus braços ingénuos e bem intencionados.
Mas o denominador comum mais curiosos nestes romances que rapidamente desaparecem dos escaparates está nos "manuais" de sedução utilizados pelos protagonistas para a conquista do outro - que nos lembram i que esquecemos na sociedade frenética em que vivemos, e que é sobretudo tempo para conhecer o outro, para explorar o outro, para o encantar, para o prender, para o saborear. É a arte praticada com mestria pelas grandes cortesãs que com estes livros procuramos avidamente perceber que não soçobrarmos nesta vida fast food em que a sedução só nos chega pela publicidade."
Sofia Barrocas - Notícias Magazine - 01 Agosto 2010
Faço minhas as palavras desta senhora. Não são grandes romances, daqueles que se lêem, se adoram e se voltam a ler vezes sem conta sem nunca perderem o brilho. Mas lêem-se bem e a mim fazem-me sonhar com o tempo em que a sedução era uma arte e as coisas não eram tão óbvias como são hoje em dia, em que a linguagem era cuidada e as palavras tinham um duplo sentido que nada tem a ver com a "linguagem traiçoeira" de hoje em dia. Dos livros citados, já li "A Cama da Paixão" e "Casamento de Conveniência" e confesso que gostei. As pessoas a quem os emprestei gostaram também...
Faço minhas as palavras desta senhora. Não são grandes romances, daqueles que se lêem, se adoram e se voltam a ler vezes sem conta sem nunca perderem o brilho. Mas lêem-se bem e a mim fazem-me sonhar com o tempo em que a sedução era uma arte e as coisas não eram tão óbvias como são hoje em dia, em que a linguagem era cuidada e as palavras tinham um duplo sentido que nada tem a ver com a "linguagem traiçoeira" de hoje em dia. Dos livros citados, já li "A Cama da Paixão" e "Casamento de Conveniência" e confesso que gostei. As pessoas a quem os emprestei gostaram também...
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15 julho 2010
NCL
Comecei ontem o livro do José Luís Peixoto, "Nenhum olhar" mas o que realmente aconteceu foi nenhuma empatia. Cheguei a meio e... NCL - Não consegui ler. Não conseguiu prender-me o interesse.
Foi a segunda vez que isto me aconteceu (o primeiro foi "Pedro o Grande", com uma confusão de nomes que me perdia em todas as páginas), pois mesmo que não goste do inicio tento sempre ler até ao fim, pois Às vezes os livros que parecem menos apelativos são os que se revelam mais interessantes.
Confesso que fiquei frustada pois li críticas muito boas sobre o livro e além disso era um autor português.
Uma vez que não resultou, virei-me para uma escritora francesa sobre Ramsés II... Este tema resulta sempre! :)
Foi a segunda vez que isto me aconteceu (o primeiro foi "Pedro o Grande", com uma confusão de nomes que me perdia em todas as páginas), pois mesmo que não goste do inicio tento sempre ler até ao fim, pois Às vezes os livros que parecem menos apelativos são os que se revelam mais interessantes.
Confesso que fiquei frustada pois li críticas muito boas sobre o livro e além disso era um autor português.
Uma vez que não resultou, virei-me para uma escritora francesa sobre Ramsés II... Este tema resulta sempre! :)
05 julho 2010
7
O número 7 sempre foi um número místico. Este ano também o foi para nós. :)
Faz hoje 7 anos que casei com o homem da minha vida. 7 anos de uma vida em conjunto, com algumas discussões, claro, mas acima de tudo com muito amor, amizade, carinho e respeito.
Passamos a tarde juntos para festejar, relaxar e, principalmente, namorar. Relembrar os bons momentos para não nos esquecermos da sorte que temos em nos termos um ao outro. No final fomos buscar o primeiro fruto do nosso amor. Para já, o segundo anda sempre comigo! :)
Faz hoje 7 anos que casei com o homem da minha vida. 7 anos de uma vida em conjunto, com algumas discussões, claro, mas acima de tudo com muito amor, amizade, carinho e respeito.
Passamos a tarde juntos para festejar, relaxar e, principalmente, namorar. Relembrar os bons momentos para não nos esquecermos da sorte que temos em nos termos um ao outro. No final fomos buscar o primeiro fruto do nosso amor. Para já, o segundo anda sempre comigo! :)
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