Leia por sua própria conta e risco! A exactidão deste blog não foi determinada. Pode conter humor, boatos, opiniões, factos ou spoofs.
23 agosto 2009
Complexo de Inferioridade
Há dias - como o de hoje - que tenho complexos de inferioridade. Porque ouço e/ou vejo alguma coisa que amigos ou colegas fizeram e sinto que eles são melhores do que eu. Ou então que a personalidade ou feitio dessa pessoa também é mais agradável do que o meu e que os outros são mais merecedores de estima e de apreço do que eu. Sinto que nunca me consigo fazer sobressair de forma positiva.
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22 agosto 2009
Opiniões
«A mania das pessoas se meterem na vida dos outros chega a ser ridícula, patética e francamente incomodativa, especialmente no que se refere a ter ou não ter filhos.
Tenho conversado com muitos casais e vejo nas suas palavras o que sofrem com a chamada "ditadura do que dizem os outros". "Já estás grávida?", "Também acho que estava na altura de teres outro!, "Não te achas um bocado velha para teres mais um?", "O quê, três? Mas vocês estão doidos?", "Então... já estás quase nos 35 e nada?", "Agora não vais ter mais nenhum, pois não?", etc.
Toda a gente opina sobra uma decisão profundamente íntima e solitária que, por definição, não se partilha. Cada casal é que sabe quantos filhos deseja ter, se os tem e quando os tem. É um assunto em que nos devíamos abster, mesmo que para projectar as nossas frustações, ressabiamentos ou desejos. »
Tenho conversado com muitos casais e vejo nas suas palavras o que sofrem com a chamada "ditadura do que dizem os outros". "Já estás grávida?", "Também acho que estava na altura de teres outro!, "Não te achas um bocado velha para teres mais um?", "O quê, três? Mas vocês estão doidos?", "Então... já estás quase nos 35 e nada?", "Agora não vais ter mais nenhum, pois não?", etc.
Toda a gente opina sobra uma decisão profundamente íntima e solitária que, por definição, não se partilha. Cada casal é que sabe quantos filhos deseja ter, se os tem e quando os tem. É um assunto em que nos devíamos abster, mesmo que para projectar as nossas frustações, ressabiamentos ou desejos. »
Mário Cordeiro, Notícias Nagazine
19 Julho 2009
19 Julho 2009
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21 agosto 2009
12 agosto 2009
24 julho 2009
Boas Férias!

Let me take you far away
You'd like a holiday
Let me take you far away
You'd like a holiday
Exchange the cold days for the sun
A good time and fun
Let me take you far away
You'd like a holiday
Let me take you far away
You'd like a holiday
Let me take you far away
You'd like a holiday
Exchange your troubles for some love
Wherever you are
Let me take you far away
You'd like a holiday
Longing for the sun you will come
To the island without name
Longing for the sun be welcome
On the island many miles away from home
Be welcome on the island without name
Longing for the sun you will come
To the island many miles away from home
Holidays - Scorpions
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23 julho 2009
Renovações e reparações
Não haja dúvida, aqueles momentos passados no cabeleireiro, a cuidar do cabelo, das unhas, dos pêlos supérfluos fazem bem ao corpo e principalmente à alma. Depois de ano duro e complicado como foi a "época" 2008/2009, sabe bem termos tempo para nós, para nos mimarmos, para nos acharmos (um pouco) atraentes.
(Ontem soube também que as amigas D. e S. estão doentes. Para elas um beijinho de melhoras)
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22 julho 2009
S ou S?
Ontem fui ao El Corte Inglés comprar umas sandálias para o A. Mesmo em frente a nós estavam as roupas de marca, tipo Burberry, Tommy Hilfiger e Gant, entre outras. Por curiosidade, fui ver um casaquinho de malha. Achei-o muito giro mas quando olhei para a etiqueta fiquei boquiaberta com o preço.
Eu sei que são grandes marcas mas tendo em conta que o alvo só veste aquele casaco durante uns 3,4 meses...
Nunca consegui gastar tanto dinheiro para ele, e mesmo para mim custa-me dar muito dinheiro por uma peça de roupa ou acessório. Sei que se calhar até devia, Às vezes faz toda a diferença e se calhar, até compensa, mas confesso que não consigo.
Sovina ou Sensata?
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19 julho 2009
Harry Potter e o Príncipe Misterioso

Na passada sexta-feira fui ver Harry Potter e o Príncipe Misterioso (no original Harry Potter and the Half Blooded Prince - ai estas traduções!) na excelente companhia de uma amiga.
Gostei imenso do filme, no entanto, houve duas coisas que me chocaram:
- Pela primeira vez não me lembrava de nada do enredo do filme tendo já lido o livro (Harry Potter ou não)
- Os putos estão tão crescidos... eu estou mesmo mesmo a ficar velha.
Agora é esperar por 2010 para a primeira parte do "Harry Potter e os Talismãs da Morte" e por 2011 (!!!!) para o último dos filmes...
Amiga A., para quando a próxima sessão de cinema? :)
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15 julho 2009
Bola de Neve
Na minha "ronda diária" li os desabafos de uma amiga (e de outros blogs por ela sugeridos) em que diz que se sente péssima porque não sabe o que fazer quando o filho faz birra. Apesar de não ter piada não pude evitar rir. Eis o porquê:
Quando o A. nasceu fiquei delirantemente feliz. Não obstante, quando fiquei sozinha com ele, mal o G. chegava a casa logo lhe dizia "Pega nele que eu não aguento mais". E ficava com um terrível sentimento de culpa. Todas as mães que conhecia me tinham dito como a maternidade era maravilhosa, como era uma experiência fantástica e uma viagem inesquecível e ali estava eu, com um anjinho de semanas e já não aguentava mais. Que raio de mãe era eu afinal?
"Salvaram-me" desta angustia as visitas das e às "mamãs GG" (entre as quais a minha amiga que originou este post) , em que se criou uma amizade e mais do que isso, deram-me a oportunidade de ver que não era só eu que estava a trepar paredes por passar os dias em casa à volta do A. Fez-me ver que as mães que eu conhecia se tinham esquecido de falar das partes negativas, se calhar com excelentes intenções e para não me assustar. Mas para não me assustarem, fizeram-me sentir uma nódoa como mãe.
Creio que a maternidade é mesmo assim, desde que nascem, até mesmo antes. Dão-nos alegrias e angustias, carinhos e dúvidas, grandes sorrisos e fazem-nos perder a paciência. Creio que como filha ainda faço isso à minha mãe. É natural - e espero sinceramente que sim - que o meu filho me faça o mesmo durante muitos anos. É a lei da vida. O que é importante é percebermos isso mesmo: é natural e todas as mães passam pelo mesmo, só que umas conseguem esconder melhor do que outras.
Há tantas coisas em que eu pergunto se estou a ser uma boa mãe, se não há coisas que eu poderia ter feito/dito de forma diferente. Mas sei que faço o melhor que posso e rezo para que isso seja o suficiente para que ele se torne naquilo que sonho para ele. Acredito que o importante é que eles cresçam a gostar de nos chamar "Mãe", mesmo depois de uma discussão e nos façam sorrir só com um sorriso deles, é transmitir-lhes os limites do sim e do não e o respeito que nos merecem os outros e a Natureza, a importância do amor e da amizade. Tudo o resto faz parte do crescer como ser humano e como mãe.
E assim a bola de neve das mensagens dá mais uma volta....
Quando o A. nasceu fiquei delirantemente feliz. Não obstante, quando fiquei sozinha com ele, mal o G. chegava a casa logo lhe dizia "Pega nele que eu não aguento mais". E ficava com um terrível sentimento de culpa. Todas as mães que conhecia me tinham dito como a maternidade era maravilhosa, como era uma experiência fantástica e uma viagem inesquecível e ali estava eu, com um anjinho de semanas e já não aguentava mais. Que raio de mãe era eu afinal?
"Salvaram-me" desta angustia as visitas das e às "mamãs GG" (entre as quais a minha amiga que originou este post) , em que se criou uma amizade e mais do que isso, deram-me a oportunidade de ver que não era só eu que estava a trepar paredes por passar os dias em casa à volta do A. Fez-me ver que as mães que eu conhecia se tinham esquecido de falar das partes negativas, se calhar com excelentes intenções e para não me assustar. Mas para não me assustarem, fizeram-me sentir uma nódoa como mãe.
Creio que a maternidade é mesmo assim, desde que nascem, até mesmo antes. Dão-nos alegrias e angustias, carinhos e dúvidas, grandes sorrisos e fazem-nos perder a paciência. Creio que como filha ainda faço isso à minha mãe. É natural - e espero sinceramente que sim - que o meu filho me faça o mesmo durante muitos anos. É a lei da vida. O que é importante é percebermos isso mesmo: é natural e todas as mães passam pelo mesmo, só que umas conseguem esconder melhor do que outras.
Há tantas coisas em que eu pergunto se estou a ser uma boa mãe, se não há coisas que eu poderia ter feito/dito de forma diferente. Mas sei que faço o melhor que posso e rezo para que isso seja o suficiente para que ele se torne naquilo que sonho para ele. Acredito que o importante é que eles cresçam a gostar de nos chamar "Mãe", mesmo depois de uma discussão e nos façam sorrir só com um sorriso deles, é transmitir-lhes os limites do sim e do não e o respeito que nos merecem os outros e a Natureza, a importância do amor e da amizade. Tudo o resto faz parte do crescer como ser humano e como mãe.
E assim a bola de neve das mensagens dá mais uma volta....
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14 julho 2009
Visitas
Hoje tive uma visita muito agradável.
Confesso que tinha medo do iria sentir quando a visse, pois ela tem algo que eu perdi... Mas não tive nada de sentimentos negativos, gostei imenso de a ver e de conversar com ela. Ainda bem, não ia querer que algo alterasse a nossa boa relação, mesmo que por um dia.
Correu tão bem que já temos duas coisas planeadas para esta semana!
Parabéns A. estás linda! :)
Confesso que tinha medo do iria sentir quando a visse, pois ela tem algo que eu perdi... Mas não tive nada de sentimentos negativos, gostei imenso de a ver e de conversar com ela. Ainda bem, não ia querer que algo alterasse a nossa boa relação, mesmo que por um dia.
Correu tão bem que já temos duas coisas planeadas para esta semana!
Parabéns A. estás linda! :)
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