Faltam...

Daisypath Happy Birthday tickers

18 abril 2009

Mamma Mia!

Estou doente há uma semana. Já estou bem melhor, caso contrário não estaria a escrever no computador. Mas não é isso que quero partilhar.

Há muito que queria ver o filme Mamma Mia. O G., há algum tempo atrás, comprou-me o filme, mas mesmo assim não o conseguia ver. O trabalho não me deixava muito tempo livre, quando tinha algum para ver alguma coisa na televisão, optamos por ver algo que o G. também gostasse, e por isso fui adiando, adiando. Até que fiquei doente. sem nada para fazer, sem grande vontade de me mexer. Por isso vi o filme. Gostei. Hoje vi-o novamente. Gostei ainda mais. Vi pormenores que não me tinha apercebido. Talvez por ser a segunda vez, talvez porque da outra a febre estava alta e por isso a minha capacidade de concentração estava baixa. Seja como for...

Dei comigo a pensar que eu devia desistir de ver filmes, séries e até mesmo de ler livros quando me sinto mais em baixo. Faz-me pensar que a minha vida é o menos excitante possível. Atenção, não estou a dizer que não é uma vida feliz. Disso não me queixo. "Nopes". Simplesmente, quando eu era adolescente, sempre imaginei que quando saísse debaixo das saias da mãe fazer mil e uma coisas, ia ser de um determinada forma, ter atingido determinados objectivos. Os filmes e os livros, quando estou em baixo, fazem-me pensar apenas no que não tenho, fazem-me lembrar desses pensamentos juvenis. Obvio que se estivesse a 100% psicologicamente, lembrar-me-ia do que atingi, do que sou, do que tenho, da boa vida que tenho. Como não estou, penso apenas em como este ano a minha vida foi (praticamente) uma monotonia sem fim.

Enfim, apesar destes pensamentos idiotas - mas apesar de tudo, normais, "digo eu na minha inocência" - admito: gostei do filme. Ri-me com algumas cenas, cantei em pensamento (a minha garganta ainda não mo permite), dancei sentadinha no sofá, e fez-me conhecer musicas que desconhecia.

Mamma mia, here i go again... :)

10 abril 2009

Feliz Páscoa

19 março 2009

Dia do Pai

21 fevereiro 2009

Juventude Inquieta




Há muitos anos (re)li o livro várias vezes e fiquei sempre com a vontade de ler o filme. Ontem, ao ler a Visão, falaram do filme e fiquei ainda com mais desejo de o ver. Alguém sabe onde posso obtê-lo?
:)

14 fevereiro 2009

Dia de S. Valentim

"Bem piroso e lamechas como o amor deve ser, verdadeiro..."


09 janeiro 2009

Relatório


Entreguei hoje o primeiro grande relatório deste ano. Fico cansada só de olhar para ele e de recordar quanto tempo investi nele. Espero que dê bons resultados...
Estas eram as boas notícias. As más é que eu já estou envolvida no segundo...

23 dezembro 2008

Feliz Natal!


FELIZ NATAL E UM FANTÁSTICO 2009!!!

18 dezembro 2008

Parabens!


Quebrei o "jejum" de palavras apenas para anunciar o terceiro aniversário do FRANQUIA!

30 setembro 2008

Até já...

Ando "seca". "Seca" de palavras, de ideias, "seca" de acontecimentos para partilhar. Por isso, não faz sentido continuar com o Franquia. Pelo menos até voltar ao normal. Se é que alguma vez fui normal. Se é que alguma vez a minha vida vai voltar ao normal.
Obrigada a todos os que leram e principalmente a todos os que comentaram.
Não digo adeus, prefiro dizer até já...

27 setembro 2008

Paul Newman


Nascido a 26 de Janeiro de 1925 em Shaker Heights (Ohio), o jovem Newman, depois de prestar serviço militar na Marinha durante a Segunda Guerra Mundial, como operador de rádio, lançou-se na carreira de actor depois de frequentar o Actor`s Studio, em Nova York.

A sua beleza clássica não passou despercebida e depressa recebeu os primeiros convites para actuar nos teatros da Broadway e em série para a televisão.

Começou no cinema com o filme "O Cálice de Prata" (1954), uma película tão má que quando se estreou na televisão Newman publicou um anúncio nos jornais com um pedido de desculpas.

Foi a sua interpretação do papel do pugilista Rocky Graziano, inicialmente destinado a James Dean, no filme "Marcado pelo Ódio" (1956), realizado por Robert Wise, que chamou a atenção da crítica e dos produtores, que viram nela a próxima estrela de Holywood.

A confirmação surgiria dois anos mais tarde, com "Gata em telhado de Zinco Quente", uma adaptação suavizada de um texto de Tennessee Williams, em fez um inesquecível e belíssimo par com Elizabeth Taylor.

Nos anos seguintes, Newman correspondeu à confiança nele depositada e foi o motor de êxitos de bilheteira tão relevantes como "Exodus" (1960), "O Prémio" (1963), "Harper" (1966), "Butch Cassidy e Sundance Kid" (1969), ao lado do seu amigo Robert Redford, com quem voltaria a actuar em "A Golpada" (1973), ambos realizados por George Roy Hill.

Eterno aspirante a Óscares, obteve três, dois honorários e um pelo seu desempenho no filme "A cor do dinheiro", com 61 anos e já com uma longa carreira atrás de si.

Rest in Peace!




In RTP