Estou doente há uma semana. Já estou bem melhor, caso contrário não estaria a escrever no computador. Mas não é isso que quero partilhar.
Há muito que queria ver o filme Mamma Mia. O G., há algum tempo atrás, comprou-me o filme, mas mesmo assim não o conseguia ver. O trabalho não me deixava muito tempo livre, quando tinha algum para ver alguma coisa na televisão, optamos por ver algo que o G. também gostasse, e por isso fui adiando, adiando. Até que fiquei doente. sem nada para fazer, sem grande vontade de me mexer. Por isso vi o filme. Gostei. Hoje vi-o novamente. Gostei ainda mais. Vi pormenores que não me tinha apercebido. Talvez por ser a segunda vez, talvez porque da outra a febre estava alta e por isso a minha capacidade de concentração estava baixa. Seja como for...
Dei comigo a pensar que eu devia desistir de ver filmes, séries e até mesmo de ler livros quando me sinto mais em baixo. Faz-me pensar que a minha vida é o menos excitante possível. Atenção, não estou a dizer que não é uma vida feliz. Disso não me queixo. "Nopes". Simplesmente, quando eu era adolescente, sempre imaginei que quando saísse debaixo das saias da mãe fazer mil e uma coisas, ia ser de um determinada forma, ter atingido determinados objectivos. Os filmes e os livros, quando estou em baixo, fazem-me pensar apenas no que não tenho, fazem-me lembrar desses pensamentos juvenis. Obvio que se estivesse a 100% psicologicamente, lembrar-me-ia do que atingi, do que sou, do que tenho, da boa vida que tenho. Como não estou, penso apenas em como este ano a minha vida foi (praticamente) uma monotonia sem fim.
Enfim, apesar destes pensamentos idiotas - mas apesar de tudo, normais, "digo eu na minha inocência" - admito: gostei do filme. Ri-me com algumas cenas, cantei em pensamento (a minha garganta ainda não mo permite), dancei sentadinha no sofá, e fez-me conhecer musicas que desconhecia.
Mamma mia, here i go again... :)
Leia por sua própria conta e risco! A exactidão deste blog não foi determinada. Pode conter humor, boatos, opiniões, factos ou spoofs.
18 abril 2009
10 abril 2009
19 março 2009
21 fevereiro 2009
Juventude Inquieta

Há muitos anos (re)li o livro várias vezes e fiquei sempre com a vontade de ler o filme. Ontem, ao ler a Visão, falaram do filme e fiquei ainda com mais desejo de o ver. Alguém sabe onde posso obtê-lo?
:)
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14 fevereiro 2009
09 janeiro 2009
Relatório

Entreguei hoje o primeiro grande relatório deste ano. Fico cansada só de olhar para ele e de recordar quanto tempo investi nele. Espero que dê bons resultados...
Estas eram as boas notícias. As más é que eu já estou envolvida no segundo...
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Pensamentos
23 dezembro 2008
18 dezembro 2008
30 setembro 2008
Até já...
Ando "seca". "Seca" de palavras, de ideias, "seca" de acontecimentos para partilhar. Por isso, não faz sentido continuar com o Franquia. Pelo menos até voltar ao normal. Se é que alguma vez fui normal. Se é que alguma vez a minha vida vai voltar ao normal.
Obrigada a todos os que leram e principalmente a todos os que comentaram.
Não digo adeus, prefiro dizer até já...
Obrigada a todos os que leram e principalmente a todos os que comentaram.
Não digo adeus, prefiro dizer até já...
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27 setembro 2008
Paul Newman

Nascido a 26 de Janeiro de 1925 em Shaker Heights (Ohio), o jovem Newman, depois de prestar serviço militar na Marinha durante a Segunda Guerra Mundial, como operador de rádio, lançou-se na carreira de actor depois de frequentar o Actor`s Studio, em Nova York.
A sua beleza clássica não passou despercebida e depressa recebeu os primeiros convites para actuar nos teatros da Broadway e em série para a televisão.
Começou no cinema com o filme "O Cálice de Prata" (1954), uma película tão má que quando se estreou na televisão Newman publicou um anúncio nos jornais com um pedido de desculpas.
Foi a sua interpretação do papel do pugilista Rocky Graziano, inicialmente destinado a James Dean, no filme "Marcado pelo Ódio" (1956), realizado por Robert Wise, que chamou a atenção da crítica e dos produtores, que viram nela a próxima estrela de Holywood.
A confirmação surgiria dois anos mais tarde, com "Gata em telhado de Zinco Quente", uma adaptação suavizada de um texto de Tennessee Williams, em fez um inesquecível e belíssimo par com Elizabeth Taylor.
Nos anos seguintes, Newman correspondeu à confiança nele depositada e foi o motor de êxitos de bilheteira tão relevantes como "Exodus" (1960), "O Prémio" (1963), "Harper" (1966), "Butch Cassidy e Sundance Kid" (1969), ao lado do seu amigo Robert Redford, com quem voltaria a actuar em "A Golpada" (1973), ambos realizados por George Roy Hill.
Eterno aspirante a Óscares, obteve três, dois honorários e um pelo seu desempenho no filme "A cor do dinheiro", com 61 anos e já com uma longa carreira atrás de si.
Rest in Peace!
In RTP
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